Ariel Rot — Caras raras letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Caras raras" de Ariel Rot.

Letra

Cuánto tiempo pasó, de verdad no lo sé
Cuántas copas bebí y al final me olvide de ti
Y de tu amor tan cruel
Caminaba hacia el sur sin un rumbo especial
La ciudad terminó y yo la deje atrás por ti
Y nunca más volví
Hice de payaso triste, me sentía como un chiste
Pero nadie se rió
Y con la madrugada llegaron carcajadas
Presagiándome el escarnio y mi perdición
Caras raras…
Te delata la mirada de varón sentimental
Caras raras…
Otra vez con la cuadrilla de los perros sin hogar
Caras raras…
La sonrisa congelada y por dentro todo mal
Hay… hay… caras raras nos volvemos a encontrar
Cuántas vueltas rodé al salir del cabaret
Cuántos duros perdí, cuántos golpes recibí
A veces con dolor y otras veces con placer
Caminaba hacia el sur sin un rumbo especial
La ciudad terminó y yo la dejé atrás por ti
Y nunca más volví
Hice de payaso triste, me sentía como un chiste
Pero nadie se rió
Y con la madrugada llegaron carcajadas
Presagiándome el escarnio y la perdición
Caras raras…
Ondea la bandera anunciando destrucción
Caras raras…
La vieja marioneta sonríe sin razón
Caras raras…
El alma se tropieza en el penúltimo escalón
Hay… hay… caras raras caminemos bajo el sol

Tradução da letra

Quanto tempo passou, eu realmente não sei
Quantos copos bebi e no final esqueci me de ti
E do teu amor tão cruel
Ele caminhava para o sul sem um rumo especial
A cidade acabou e eu deixei a para trás por ti
E nunca mais voltei
Fiz de palhaço triste, senti-me como uma piada
Mas ninguém riu
E com a madrugada chegaram gargalhadas
Prenunciando me o escárnio e a minha perdição
Rostos raros…
Dá-Te o olhar de homem sentimental
Rostos raros…
Outra vez com o grupo dos cães desabrigados
Rostos raros…
O sorriso congelado e por dentro tudo errado
Há caras há caras caras estranhas nos encontramos novamente
Quantas voltas rodei ao sair do cabaré
Quantos duros perdi, quantos golpes recebi
Às vezes com dor e outras vezes com prazer
Ele caminhava para o sul sem um rumo especial
A cidade acabou e eu deixei a para trás por ti
E nunca mais voltei
Fiz de palhaço triste, senti-me como uma piada
Mas ninguém riu
E com a madrugada chegaram gargalhadas
Prenunciando-me o escárnio e a perdição
Rostos raros…
Ondule a bandeira anunciando destruição
Rostos raros…
A velha marioneta sorri sem razão
Rostos raros…
A alma tropeça no penúltimo degrau
Há caras há caras caras estranhas vamos andar ao sol