Apres La Classe — Non resterà niente letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Non resterà niente" de Apres La Classe.

Letra

Affondo anche quest’oggi
Temendo ogni goccia di pioggia che
MI possa uccidere
Mi possa uccidere
La mia chitarra canta mentre divora le mie emozioni
Delle canzoni
Delle mie canzoni
Non serviranno più le parole
Qui manca l’aria e manca il sole
Mi manca il sole
A me manca il sole
Amo il posto da dove vengo
Ma a me non piace dove sto andando
O io dove sto finendo
Non resterà niente
Non resterà niente, no
Senza la briga di comprendere nessuno
Non resterà niente
Non resterà niente, no
Senza nemmeno esser compresi da qualcuno
Non c'è cosa che odio di più che sentirmi dire che le cose
Non possono cambiare
Non possono cambiare
Guarda il fiume che pigro scorre
E l’acqua scorrere
Non è la stessa
Non è mai la stessa
E' la fragilità della memoria a dare forza alla
Nostra umanità
La nostra umanità
Solo il tempo a volte le ferite ci ha lenito
INvece a volte a fuoco
La pelle ha già marchiato
Non resterà niente
Non resterà niente, no
Senza la briga di comprendere nessuno
Non resterà niente
Non resterà niente, no
Senza nemmeno esser compresi da qualcuno
Nonostante i tempi cupi qui si continuerà a cantare
Dei tempi cupi ancora
Qui si canterà
Di notte sogno spesso di volare via col vento
Ma come ogni cosa passa
E l’amaro in bocca sento
Amo il posto da dove vengo
Ma a me non piace dove sto andando
O io dove sto finendo
Non resterà niente
Non resterà niente, no
Senza la briga di comprendere nessuno
Non resterà niente
Non resterà niente, no
Senza nemmeno esser compresi da qualcuno
Non resterà niente
Non resterà niente
Dove sto andando
Oh dio dove sto finendo?

Tradução da letra

Hoje também estou a afundar-me.
Temendo cada gota de chuva que
Que ele me mate
Que ele me mate
A minha guitarra canta enquanto devora as minhas emoções
Das canções
Das minhas canções
As palavras não serão mais necessárias
Aqui falta o ar e falta o sol
Sinto falta do sol
Sinto falta do sol
Adoro de onde venho.
Mas não gosto para onde vou.
Ou eu onde estou a acabar
Não restará nada.
Não vai sobrar nada, não
Sem o trabalho de entender ninguém
Não restará nada.
Não vai sobrar nada, não
Sem sequer ser compreendido por alguém
Não há nada que eu odeie mais do que ser dito que as coisas
Eles não podem mudar
Eles não podem mudar
Vejam o rio preguiçoso fluir
E fluxo de água
Não é a mesma coisa.
Nunca é a mesma coisa.
É a fragilidade da memória que dá força ao
A nossa humanidade
A nossa humanidade
Só que o tempo às vezes as feridas acalmavam-nos.
Em vez disso, às vezes em foco
A pele já está marcada
Não restará nada.
Não vai sobrar nada, não
Sem o trabalho de entender ninguém
Não restará nada.
Não vai sobrar nada, não
Sem sequer ser compreendido por alguém
Apesar dos tempos negros aqui, continuarás a cantar
Dos tempos sombrios ainda
Aqui será cantado
À noite sonho muitas vezes em voar com o vento
Mas à medida que tudo passa
E o amargo na minha boca sinto
Adoro de onde venho.
Mas não gosto para onde vou.
Ou eu onde estou a acabar
Não restará nada.
Não vai sobrar nada, não
Sem o trabalho de entender ninguém
Não restará nada.
Não vai sobrar nada, não
Sem sequer ser compreendido por alguém
Não restará nada.
Não restará nada.
Para onde vou?
Meu deus, Onde vou parar?