Antonio Carmona — Las Cuarenta letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Las Cuarenta" de Antonio Carmona.

Letra

Con el pucho de la vida apretado entre los labios
La mirada turbia y fría
Y un poco lento el andar
Dobló la esquina del barrio, curda ya de recuerdos
Como volcando un veneno esto se le oyó cantar
Vieja calle de mi barrio donde he dado el primer paso
Vuelvo a vos cansado el mazo en inútil barajar
Con una llaga en el pecho, con mi sueño hecho pedazos
Que se rompió en un abrazo que me diera la verdad
Aprendí todo lo bueno, aprendí todo lo malo
Sé del beso que se compra, sé del beso que se da;
Del amigo que es amigo siempre y cuando le convenga
Y sé que con mucha plata uno vale mucho más
Aprendí que en esta vida hay que llorar si otros lloran
Y si la murga se ríe, uno se debe reír;
No pensar ni equivocado…
¡para qué, si igual se vive!
¡y además corrés el riesgo que te bauticen gil!
La vez que quise ser bueno en la cara se me rieron;
Cuando grité una injusticia, la fuerza me hizo callar;
La experiencia fue mi amante;
El desengaño, mi amigo…
Cada carta tiene contra y toda contra se da!
Hoy no creo ni en mí mismo
Todo es truco, todo es falso
Y aquél, el que está más alto, es igual a los demás
Por eso, no has de extrañarte si, alguna noche, borracho
Me vieras pasar del brazo con quien no debo pasar
Aprendí todo lo bueno, aprendí todo lo malo
Sé del beso que se compra
Sé del beso que se da;
Del amigo que es amigo
Siempre y cuando le convenga
Y sé que con mucha plata uno vale mucho más
Aprendí que en esta vida hay que llorar
Si otros lloran y si la murga se ríe uno se debe reír
No pensar ni equivocado para qué
Si igual se vive y además corrés el riesgo
Que te bauticen gil
Puerto moruno de cai
Y puerto que te vi pasar…
Con la esmeralda en el cielo
Con la esmeralda en el mar…
Le pregunte yo a los santos
Una noche que llovia…
Le pregunte yo a los santos
Una noche que llovia…
Haber si tu me querias
Tanto como me decias
Y los santos me dijeron…
Que era yo quien no sabias
Si quererte…
Haya yai, haya yai corazon…(bis)
Hechale semilla a las maracas pa que suenen…(bis)

Tradução da letra

Com o pucho da vida apertado entre os lábios
O olhar nublado e frio
E um pouco lento andar
Dobrou a esquina do bairro, curda já de recordações
Como derrubando um veneno isto foi ouvido cantar
Rua velha do meu bairro onde eu dei o primeiro passo
Volto para você cansado o baralho em inútil embaralhar
Com uma ferida no peito, com o meu sonho desfeito
Que ele quebrou em um abraço que me deu a verdade
Aprendi tudo de bom, aprendi tudo de mau
Sei do beijo que se compra, sei do beijo que se dá;
Do amigo que é amigo desde que lhe convier
E sei que com muita prata um vale muito mais
Aprendi que nesta vida é preciso chorar se outros chorarem
E se a murga rir, você deve rir;
Não pense nem errado…
para quê, se ainda se vive!
e também corre o risco de ser baptizado por gil!
A vez que eu queria ser bom na minha cara eles riram me;
Quando gritei uma injustiça, a força me fez calar;
A experiência foi minha amante;
O desgosto, meu amigo…
Cada carta tem contra e toda Contra é dada!
Hoje não acredito em mim mesmo
Tudo é truque, tudo é falso
E aquele, o mais alto, é igual aos outros
Por isso, não deves ter saudades tuas se, alguma noite, bêbado
Você me viu passar do braço com quem eu não deveria passar
Aprendi tudo de bom, aprendi tudo de mau
Sei do beijo que se compra
Sei do beijo que se dá;
Do amigo que é amigo
Desde que lhe convier
E sei que com muita prata um vale muito mais
Aprendi que nesta vida é preciso chorar
Se os outros choram e se a murga rir você deve rir
Não pensar nem errado para quê
Se ainda se vive e também corre o risco
Que te chamem gil
Porto moruno de cai
E o porto que te vi passar…
Com a esmeralda no céu
Com a esmeralda no mar…
Eu perguntei aos santos
Uma noite que choveu…
Eu perguntei aos santos
Uma noite que choveu…
Se me quisesses
Tanto quanto me dizias
E os santos me disseram…
Que era eu que não sabias
Se te amar…
Faia Yai, faia Yai coração bis (bis)
Faça semente às maracas pa que soem pa (bis)