Antonio Aguilar — La Muerte letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La Muerte" de Antonio Aguilar.
Letra
Nadie soñaba ni el día
Ni como habría de acabar
Don Luis Macarena el cojo
Villano de Chiconcuac
Deshonra de aquel poblado
Y gallero profesional
Hagan apuestas señores
Que un hombre va a desafiar
Al partido Macarena
Y a Luis muy en especial
Que no respeta mi gallo
Ni lo que haya que apostar
Tu vida contra mi vida
Y no te me vas a rajar
Contesta así Macarena
Y no te me vas a rajar
Tu vida contra mi vida
Y pelea la hay que la hay;
Cierren las puertas señores
Yo mismo voy a soltar
Y vayan encendiendo cirios
Al que me vino insultar
Tu giro patas chorredas
Y mi prieto el Águila Real
Y enmudecio el palenque
Cuando un girazo en el redondel
Volando al ras del suelo
Sin darle tiempo a don Luis soltar
Se le estrelló en el pecho
Se le estralló en la cara
Y de fieras cuhilladas
La vida le arebató
Y enmudeció el palenque
Cuando el giro enloquecido
Remataba a Macarena
Poniéndose alegre a cantar
«Cierren las puertas señores
Cierren las puertas
Yo mismo voy a soltar
Y vayanle encendiendo cirios
A ése, a ése que me vino a insultar
Je-je, tu giro patas chorreadas
Tu giro patas chorreadas
Contra mi prieto, mi gallo más consentido
Mi prieto el Águila Real.»
Y enmudecio el palenque
Cuando un girazo en el redondel
Volando al ras del suelo
Sin darle tiempo a don Luis soltar
Se le estrelló en el pecho
Se le estralló en la cara
Y de fieras cuhilladas
La vida le arebató
Y enmudeció el palenque
Cuando el giro enloquecido
Remataba Macarena
Poniendose alegre a cantar
Tradução da letra
Ninguém sonhava nem o dia
Nem como deveria acabar
Don Luis Macarena o coxo
Vilão de Chiconcuac
Desonra daquele povoado
E galero profissional
Façam apostas senhores
Que um homem vai desafiar
Ao jogo Macarena
E o Luis muito em especial
Que não respeita o meu galo
Nem o que apostar
A tua vida contra a minha vida
E não me vais cortar
Responde assim Macarena
E não me vais cortar
A tua vida contra a minha vida
E luta há que há;
Fechem as portas senhores
Eu mesmo vou soltar
E vão acendendo círios
A quem me veio insultar
A tua volta pernas de merda
E o meu prieto a águia Real
E o palenque ficou mudo
Quando um giro no Roundel
Voando ao nível do chão
Sem dar tempo ao Don Luis largar
Bateu lhe no peito
Bateu lhe na cara
E de animais selvagens
A vida arebatou o
E o palenque mudou
Quando o giro Enlouquecido
Estava a acabar com a Macarena
Ficando alegre para cantar
"Fechem as portas senhores
Fechem as portas
Eu mesmo vou soltar
E vão acendê lo
Aquele, aquele que me veio insultar
Je-je, seu giro pernas jorrando
Seu giro pernas jorradas
Contra o meu prieto, o meu galo mais mimado
Meu prieto a águia Real.»
E o palenque ficou mudo
Quando um giro no Roundel
Voando ao nível do chão
Sem dar tempo ao Don Luis largar
Bateu lhe no peito
Bateu lhe na cara
E de animais selvagens
A vida arebatou o
E o palenque mudou
Quando o giro Enlouquecido
Estava A Cobrir A Macarena
Ficando alegre para cantar