Anne Sylvestre — Me v'la letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Me v'la" de Anne Sylvestre.

Letra

Pas beaucoup moins cruche
Qu’avant
Mais pas fanfreluche
Pour autant
À peine plus triste
Mais pas plus artiste
Un peu moins méchante
Mais heureuse, si je chante
Me v’là, me v’là, me v’là
Un peu plus fragile
Parfois
C’est si difficile
La foi
À coup de blessures
À coup de parjures
À coup de promesses
Et de coups de pied aux fesses
Me v’là, me v’là, me v’là
À coup de juristes
De robins
J’ai tracé ma piste
Pas pour rien
Et la moindre ligne
Qu’aujourd’hui je signe
Faut me la traduire
En six langues et même pire
Me v’là, me v’là, me v’là
Pour avoir mon âme
Et ma peau
Fallait messieurs-dames
Se lever tôt
Oui, j’ai la peau dure
Je vais mon allure
Parfois je me hâte
Mais jamais à quatre pattes
Me v’là, me v’là, me v’là
Avec mon orchestre
Au grand complet
Mais toujours Sylvestre
S’il vous plaît
Et puis si l’on songe
Un peu folke-songe
Mais du moins j’espère
Dans la langue de mes pères
Me v’là, me v’là, me v’là
J’ai pas fait merveille
Il paraît
Oui mais, à ma treille
On buvait
Z-étions pas des masses
Pas autant qu’en face
Cassions pas les chaises
Mais nous aimions, bien à l’aise
Me v’là, me v’là, me v’là
Je voulais la Lune
Gardez-la
Quant à la fortune
Ça ira
Si ma cave est pleine
Si mes amis viennent
Et si penser j’ose
Avoir servi à quelque chose
Ça va, ça va, ça va
C’est pas que j’oublie
D’où je viens
Pour la poésie
Voyez plus loin
Tant que trois ou quatre
Sans s' laisser abattre
Me feront escorte
Je ne prendrai pas la porte
Me v’là, me v’là, me v’là !

Tradução da letra

Não muito menos jarro
Do que antes
Mas nada de fanfarra
Entanto,
Dificilmente mais triste
Mas acabou-se o artista
Um pouco menos desagradável
Mas feliz, se eu cantar
Me v'tá, me v'tá, me v'tá
Um pouco mais frágil
Ora
É tão difícil
Fe
Lesao
Perjurio
Com promessas
E pontapeia as nádegas
Me v'tá, me v'tá, me v'tá
Ao golpe dos juristas
Rodizio
Localizei o meu rasto.
Não por nada
E a mais pequena linha
Que hoje assino
Tens de traduzir para mim.
Em seis línguas e ainda pior
Me v'tá, me v'tá, me v'tá
Ter a minha alma
E a minha pele
Era necessário senhores-senhoras
Levanta-te cedo.
Sim, tenho pele dura.
Vou pelo meu caminho
Às vezes tenho pressa.
Mas nunca de quatro
Me v'tá, me v'tá, me v'tá
Com a minha orquestra
Tamanho
Mas mesmo assim Sylvester ...
Por favor
E se pensarmos
Um pequeno sonho folke
Mas pelo menos espero
Na língua dos meus pais
Me v'tá, me v'tá, me v'tá
Não me admirei.
Parece
Sim, mas, para a minha treille
Estávamos a beber.
Não éramos massas.
Não tanto como o oposto.
Casões sem cadeiras
Mas nós gostávamos, bem à vontade
Me v'tá, me v'tá, me v'tá
Eu queria a lua
Fica com ele.
Quanto à fortuna
Vai correr tudo bem.
Se a minha adega estiver cheia
Se os meus amigos vierem
E se pensar que me atrevo
Serviram alguma coisa.
Está tudo bem, está tudo bem, está tudo bem.
Não é que me esqueça
De onde venho
Para poesia
Ver mais adiante.
Desde que três ou quatro
Sem cair
Vai fazer-me acompanhar
Não vou pela porta.
Me v'tá, me v'tá, me v'tá!