Annalisa Scarrone — Ottovolante letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Ottovolante" de Annalisa Scarrone.
Letra
Ho pagato la mia solitudine
in lacrime per te
con la faccia
da bambina e nelle tasche
voglia di andar via
e sento in me la spinta
di gridare al mondo
«riuscirò ad avere te».
Stessa faccia stessi occhi
stessa bocca
ed un anno in più
il mio cuore è scalzo
e questa strada sembra non
finire mai
ma come in mezzo al fango
c'è il fiore più bello
un sorriso torna in me.
Ora te lo dirò
questo amore è una spina sottile
per me
mi fa stare così
aggrappata a un leggero dolore
io lo guardo adesso
è come piuma al vento
un ballo senza fine
ammesso e non concesso
che abbia ancora un senso
intanto vivo di me.
Ho pagato per salire
su un ottovolante insieme a te
con discese e risalite
dentro una certezza
non più mia
e come in mezzo al fango
c'è il fiore più bello
un sorriso torna in me.
Ora te lo dirò
questo amore è una spina sottile
per me
mi fa stare così
aggrappata a un leggero dolore
io lo guardo adesso
è come piuma al vento
un ballo senza fine
ammesso e non concesso
che abbia ancora un senso.
Ora te lo dirò
questo amore è una spina sottile
per me
mi fa stare così
e non so se è piacere o dolore
amore nel tormento
con le spalle al vento
non so come guarire
e voglio urlarlo al mondo.
Con le spalle al vento
dentro un ballo lento
l'amore non ha fine
ammesso e non concesso
che abbia ancora un senso
intanto vivo di me.
Tradução da letra
Eu paguei a minha solidão em lágrimas por ti com o meu rosto quando criança e nos meus bolsos eu quero ir embora e sinto a vontade de gritar ao mundo eu vou conseguir ter-te".
O mesmo rosto os mesmos olhos a mesma boca e mais um ano o meu coração está descalço e esta estrada parece nunca acabar, mas como na lama há a flor mais bonita um sorriso volta para mim.
Agora digo-te que este amor é um espinho fino para mim Faz-me agarrar a uma ligeira dor e agora vejo que é como uma pena no vento uma dança sem fim admitida e não concedida que ainda tem um sentido vivo enquanto isso de mim.
Paguei para subir numa montanha-russa contigo com descidas e subindo dentro de uma certeza que já não é minha e como na lama há a flor mais bonita um sorriso volta para mim.
Agora digo-te que este amor é um espinho para mim Faz-me agarrar a uma ligeira dor e agora vejo que é como uma pena no vento uma dança interminável admitida e não concedida que ainda faz sentido.
Agora vou dizer-te que este amor é um espinho fino para mim Faz-me sentir assim e não sei se é prazer ou dor amor em tormento com os meus ombros no vento não sei como curar e quero gritá-lo ao mundo.
Com as costas ao Vento dentro de uma dança lenta o amor não tem fim admitido e não permitido que ainda tenha um sentido vivo enquanto isso de mim.