Angelcorpse — Black Solstice letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Black Solstice" de Angelcorpse.

Letra

The frozen has lain forlorn too many ages
Wasting away in the crucible of space
Drawing down the hallowed darkness
Arms outstretched embracing ecstacies of hate
Black solstice
Somber wings extinguish the sun
Nocturnal unfurling
Quenching stars one by one
Vomit war crush the sacred heart of kindness
Unholy raven spawned from dying dove of peace
Freezing the light expunge the furnace flames
Adoration of the prophetic release
My immolation the final comet
The hammer of damnation strikes
Pounding the earth my anvil
My life is to kill the light
Find solace in the fact that
Our pestis lays waste in both houses
Neither blind reverence or stark denial
Will alter the discipline of sterile beauty
That follows in the wake of the prophetic sign
And the deification of the strike of mailed fist
As cleansing chaos steals the light
The majestic darkness feeds
My life is to kill the light
The frozen has lain forlorn too many ages
Wasting away in the crucible of space
Drawing down the hallowed darkness
Arms outstretched embracing ecstacies of hate
Black solstice
Somber wings extinguish the sun
Nocturnal unfurling
Quenching stars one by one

Tradução da letra

O congelado já se arrasta há demasiado tempo
Desperdiçando no cadinho do espaço
A desenhar a escuridão santificada
Braços estendidos abraçando êxtases de ódio
Solstício negro
Asas sombrias extinguem o sol
Desenfreado nocturno
A apagar estrelas uma a uma
A guerra do vómito esmaga o Sagrado Coração da bondade
O corvo Profano gerou a pomba da paz que estava a morrer.
Congelar a luz apaga as chamas da fornalha
Adoração da libertação profética
A minha imolação o cometa final
O martelo da condenação ataca
Batendo na terra a minha bigorna
A minha vida é matar a luz
Encontrar consolo no fato de que
Os nossos pestis desperdiçam-se em ambas as casas.
Nem reverência cega nem negação gritante
Irá alterar a disciplina da beleza estéril
Que se segue na esteira do sinal profético
E a deificação do golpe do punho enviado
Enquanto o caos Purificador rouba a luz
A majestosa escuridão alimenta-se
A minha vida é matar a luz
O congelado já se arrasta há demasiado tempo
Desperdiçando no cadinho do espaço
A desenhar a escuridão santificada
Braços estendidos abraçando êxtases de ódio
Solstício negro
Asas sombrias extinguem o sol
Desenfreado nocturno
A apagar estrelas uma a uma