Andrés Cepeda — Las Cuarenta letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Las Cuarenta" de Andrés Cepeda.

Letra

Con el pucho de la vida apretado entre los labios,
la mirada turbia y fría, un poco lento el andar,
dobló la esquina del barrio, curda ya de recuerdos,
como volcando un veneno esto se le oyó cantar.
Vieja calle de mi barrio donde he dado el primer paso,
vuelvo a tí doblado el mazo en difícil barajar,
con una daga en el pecho, con mi sueño hecho pedazos,
que se rompió en un abrazo que le diera la verdad.
Aprendí todo lo bueno, aprendí todo lo malo,
sé del beso que se compra, sé del beso que se da;
del amigo que es amigo siempre y cuando le convenga,
y sé que con mucha plata uno vale mucho más.
Aprendí que en esta vida hay que llorar si otros lloran
y, si la murga se ríe, uno se debe reír;
no pensar ni equivocado… ¡Para qué, si igual se vive!
¡Y además corrés el riesgo que te bauticen gil!
La vez que quise ser bueno en la cara se me rieron;
cuando grité una injusticia, la fuerza me hizo callar;
la experiencia fue mi amante; el desengaño, mi amigo…
Toda carta tiene contra y toda contra se da!
Hoy no creo ni en mí mismo. Todo es truco, todo es falso,
y aquél, el que está más alto, es igual a los demás…
Por eso, no has de extrañarte si, alguna noche, borracho,
me vieras pasar del brazo con quien no debo pasar.
Aprendí todo lo bueno, aprendí todo lo malo,
sé del beso que se compra, sé del beso que se da;
del amigo que es amigo siempre y cuando le convenga,
y sé que con mucha plata uno vale mucho más.
Aprendí que en esta vida hay que llorar si otros lloran
y, si la murga se ríe, uno se debe reír;
no pensar ni equivocado Para qué, si igual se vive
Y además corrés el riesgo que te bauticen gil

Tradução da letra

Com o pucho da vida apertado entre os lábios,
o olhar turvo e frio, um pouco lento a andar,
dobrou a esquina do bairro, curda já de recordações,
como derrubando um veneno isto ouviu-o cantar.
Rua velha do meu bairro onde eu dei o primeiro passo,
eu volto para você dobrado o baralho em difícil embaralhar,
com um punhal no peito, com o meu sonho desfeito,
que ele quebrou em um abraço que lhe deu a verdade.
Aprendi tudo de bom, aprendi tudo de mau,
sei do beijo que se compra, sei do beijo que se dá;
do amigo que é amigo desde que lhe convier,
e sei que com muita prata um vale muito mais.
Aprendi que nesta vida é preciso chorar se outros chorarem
e, se a murga rir, você deve rir;
não pensar nem errado qué para quê, se ainda se vive!
E também corre o risco de ser baptizado por gil!
A vez que eu queria ser bom na minha cara eles riram me;
quando gritei uma injustiça, a força me fez calar;
a experiência foi meu amante; o desgosto, meu amigo…
Toda carta tem contra e toda Contra é dada!
Hoje não acredito em mim mesmo. Tudo é truque, tudo é falso,
e aquele, o mais alto, é igual aos outros…
Por isso, não deves ter saudades tuas se, alguma noite, bêbado,
vi-me passar do braço com quem não devo passar.
Aprendi tudo de bom, aprendi tudo de mau,
sei do beijo que se compra, sei do beijo que se dá;
do amigo que é amigo desde que lhe convier,
e sei que com muita prata um vale muito mais.
Aprendi que nesta vida é preciso chorar se outros chorarem
e, se a murga rir, você deve rir;
não pense nem errado para o que, se você ainda vive
E além disso corre o risco de ser baptizado gil