Andre Pasdoc — Chanson tendre letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Chanson tendre" de Andre Pasdoc.

Letra

En souvenir de nos vingt ans
Par ce beau matin deprintemps
J’ai voulu revoir tout là-bas
L’auberge au milieu des lilas
On entendait dans les branches
Les oiseaux chanter dimanche
Et ta chaste robe blanche
Paraissait guider mes pas
Tout avait l’air à sa place
Même ton nom dans la glace
Juste à la place où s’efface
Quoi qu’on fasse
Toute trace.
Et je croyais presqu’entendre
Ta voix tendre murmurer
«Viens plus près»
J'étais ému comme autrefois
Dans cette auberge au fond des bois
J’avais des larmes pleins
Et je trouvais ça merveilleux
Durant toute la journée
Dans la chambre abandonnée
Depuis tant et tant d’années
Je nous suis revus tous deux
Mais rien n'était à sa place;
Je suis resté, tête basse
À me faire dans la glace
Face à face
La grimace…
Enfin j’ai poussé la porte
Que m’importe
N. I. NI
C’est fini
Pourtant quand descendit le soir
Je suis venu tout seul m’asseoir
Sur le banc de bois vermoulu
Où tu ne revins jamais plus
Tu me paraissais plus belle
Plus charmante, plus cruelle
Qu’aucune de toutes celles
Pour qui mon c ur a battu
Tout avait l’air à sa place
Même ton nom sur la glace
Quoi qu’on fasse
Toute trace.
Puis avec un pauvre rire
J’ai cru lire:
«Après tout
On' s’en fout.»

Tradução da letra

Em memória dos nossos vinte anos
Por esta bela manhã
Eu queria ver tudo lá de novo.
A pousada no meio de lilases
Ouvimos nos ramos
Os pássaros cantam domingo
E o teu vestido branco casto
Parecia guiar os meus passos
Tudo olhou em seu lugar
Até o teu nome no gelo
Apenas no lugar onde se desvanece
O que quer que façamos
Rastro.
E pensei que quase conseguia ouvir
Sua voz suave murmurando
"Aproximacao»
Fiquei comovido como antes.
Nesta pousada no fundo da floresta
Tive lágrimas cheias
E eu achei maravilhoso.
Durante todo o dia
Na sala abandonada
Por tantos anos
Voltei a ver-nos aos dois.
Mas nada estava no seu lugar;
Eu fiquei, cabeça para baixo
Para me fazer no gelo
Cara a cara
Careta…
Finalmente empurrei a porta
O que me importa?
N. I. NI
Acabou.
Porém, quando desceu à noite,
Vim sozinho para me sentar.
No Banco do absinto
Onde nunca mais voltas
Parecias-me mais bonita.
Mais charmoso, mais cruel
Que nenhum destes
Para quem o meu coração bate
Tudo olhou em seu lugar
Até o teu nome no gelo
O que quer que façamos
Rastro.
Então com um pobre riso
Pensei que tinha lido:
"Afinal de contas
Não queremos saber.»