Anata — Under the Debris letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Under the Debris" de Anata.
Letra
Collapsing are the walls
that used to protect me Ground under my feet cracks
My universe is imploding
Since my star died
Or was it me that ceased to burn?
A black hole
Is what’s left of my world
Now crushed
Solid, as compressed
A chaos attracting chaos
I run but can not flee
I carry this core inside of me Under the debris
There’s still life but for how long?
I Hear no rescue squads
They can’t hear my silent screams
Or does this have to be;
I deserve to die?
Mi9s-grown fate can’t be stopped
It’s harvest-time
And I did invite The Reaper
To help me with the crop
I used to be an observing satellite
Sent here without a task
Collecting images
That I’d never supply
When a lost satellite
crashes and burns
No one cries
We only know our own world
And can’t do otherwise
I blame no one
But wish that I, on this ship
Had dared to believe
The navigator has always been me Under the debris
There’s still life but for how long?
I hear no rescue squads
They can’t hear my silent screams
Tradução da letra
Colapsar são as paredes
que me protegia debaixo dos meus pés.
O meu universo está a implodir.
Desde que a minha estrela morreu
Ou fui eu que deixei de arder?
Mudo
É o que resta do meu mundo
Agora esmagado
Sólido, comprimido
Um caos que atrai o caos
Eu corro mas não posso fugir
Carrego este núcleo dentro de mim debaixo dos escombros.
Ainda há vida, mas por quanto tempo?
Não ouço esquadrões de resgate.
Não ouvem os meus gritos silenciosos.
Ou isto tem de ser;
Mereço morrer?
O destino do Mi9s não pode ser parado
Está na hora da colheita.
E convidei o Ceifador.
Para me ajudar com a colheita
Eu era um satélite de observação.
Enviado para aqui sem uma tarefa
A recolher imagens
Que eu nunca forneceria
Quando um satélite perdido
acidentes e queimaduras
Ninguém chora.
Só conhecemos o nosso próprio mundo
E não posso fazer o contrário
Não culpo ninguém.
Mas desejo que eu, nesta nave
Tinha ousado acreditar
O navegador sempre foi Eu debaixo dos escombros.
Ainda há vida, mas por quanto tempo?
Não ouço esquadrões de resgate.
Não ouvem os meus gritos silenciosos.