Anacrusis — Butcher's Block letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Butcher's Block" de Anacrusis.
Letra
Look around, it’s all going black
Tons upon tons and it’s breaking our backs
We’re setting our course
Leading ourselves, one by one
To the butcher’s block
We’re sharpening the axe ourselves
Grinding it sharper to cut through the world
Touching the blade to the grinding stone
Hold ourselves down awaiting the cut
We’re killing ourselves by running away
We’ve got to stop before it’s too late
Six feet under is where we will be Deeper and deeper
We’re digging our own graves
We’re sharpening the axe ourselves
Grinding it sharper to cut through the world
Touching the blade to the grinding stone
Hold ourselves down awaiting the cut
If we take the seeds of time
And throw them to the wind
To fall upon the infertile soil
The weeds of carelessness shall overtake the land
Until there is nothing left to destroy
And if we fail we can’t go back
We can’t go back
It’s in our hands
The fate of man
Our heads on the block, is this the end?
The decision is ours, our necks will not mend
We’re setting our course
Leading ourselves
To the butcher’s block
Tradução da letra
Olha à tua volta, está tudo a ficar preto.
Toneladas sobre toneladas e está a partir-nos as costas
Estamos a definir o nosso rumo.
Guiando-nos, um a um
Para o bloco do carniceiro
Nós próprios estamos a afiar o machado.
Moendo-o mais afiado para cortar através do mundo
Tocar a lâmina na Pedra de moer
Aguentem-se à espera do corte.
Estamos a matar-nos fugindo.
Temos de parar antes que seja tarde demais.
Seis pés debaixo é onde estaremos cada vez mais fundo
Estamos a cavar as nossas próprias sepulturas.
Nós próprios estamos a afiar o machado.
Moendo-o mais afiado para cortar através do mundo
Tocar a lâmina na Pedra de moer
Aguentem-se à espera do corte.
Se tirarmos as sementes do tempo
E atira-os ao vento
Cair sobre o solo infértil
As ervas daninhas descuidadas dominarão a terra
Até que não reste nada para destruir
E se falharmos, não podemos voltar atrás.
Não podemos voltar.
Está nas nossas mãos.
O destino do homem
As nossas cabeças no quarteirão, é este o fim?
A decisão é nossa, os nossos pescoços não vão sarar.
Estamos a definir o nosso rumo.
Guiando-nos a nós mesmos
Para o bloco do carniceiro