Ana Gabriel — Simón Blanco letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Simón Blanco" de Ana Gabriel.

Letra

Voy a cantar un corrido
Sin agravio y sin disgusto
Lo que sucedió en Tres Palos
Municipio de Acapulco.
Mataron a Simón Blanco
Mas grave fue su resulto
Su madre se lo decía
Simón no vallas al baile
Y Simón le contesto
Madre no seas tan cobarde
Para que cuidarse tanto
De una ves lo que sea tarde
Y No te rajes compadre!
Cuando Simón llegó al baile
Se dirigió a la reunión
Toditos los saludaron
Como era hombre de honor
Se dijeron los Martínez
Calló en las redes del león
Como a las tres de la tarde
Dio principio la cuestión
Cuando con pistola en mano
Andrés Bailon lo cazó
Onesimo su compadre
Vilmente lo asesino.
A los primeros balazos
Simón habló con violencia
Andrés dame mi pistola
No ves que estoy sin defensa
Quiso cazar a Martínez
Le falló la resistencia.
Como a los tres días de muerto
Los Martínez fallecieron
Decían en su novenario
Que eso encerraba un misterio
Porque al matar aun compadre
Era ofender al eterno.
Mataron a Simón Blanco
Que era un gallito de braga
Era un gallito muy fino
Que el gobierno respetaba
El con su 30 en la mano
Simón Blanco se llamaba

Tradução da letra

Vou cantar uma corrida
Sem delito e sem desgosto
O que aconteceu em três palitos
Município de Acapulco.
Mataram o Simon Blanco
Mais grave foi o seu resultado
A mãe dizia lhe
Simon não vás ao baile
E o Simon respondeu lhe
Mãe não sejas tão cobarde
Para que cuidar tanto de si mesmo
De uma vez o que for tarde
E não se rache compadre!
Quando Simon chegou ao baile
Ele foi para a reunião
Todos os cumprimentaram
Como era homem de honra
Disseram os Martinez
Calou se nas redes do leão
Às três da tarde
Deu início à questão
Quando com arma na mão
Andres Bailon caçou o
Onesimo seu compadre
Ele matou-o mal.
Aos primeiros tiros
Simão falou com violência
Andrew dá me a minha arma
Não vês que estou sem defesa
Ele queria caçar o Martinez
A resistência falhou.
Como aos três dias de morto
Os Martinez morreram
Diziam no seu novenário
Que isso encerrava um mistério
Porque ao matar ainda compadre
Era ofender o eterno.
Mataram o Simon Blanco
Que era um galinho de braga
Era um galinho muito fino
Que o governo respeitava
O com o seu 30 na mão
Simão Branco chamava se