Amaury Perez — Encuentros letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Encuentros" de Amaury Perez.

Letra

Al primer encuentro me entregó los ojos
me sobrecogió rezumando ternura y cerrojo
y bebí sus cejas, calé sus pupilas,
como quien espera, como quien aspira.
Al primer encuentro, ya, me entregó las manos
y me desarmó combinando tibieza y amparo
me dejó sus huellas, presumió su tacto
como quien alerta, como quien atrajo.
Tal vez no me quería
presumió celosa mi melancolía,
me utilizaba para reponer sus ansias perdidas,
me engatusaba, me perseguía,
me despertaba un poco de amor y partía.
Al segundo encuentro me entregó los labios
y me conquistó destilando pasión y entusiasmo,
cabalgué su boca, remonté sus dientes,
como quien aborda, como quien pretende.
Al segundo encuentro, me entregó su cuerpo
y se desató convertida en lujuria y deseo
la instalé en mis poros, devoré su acento
como a quien acojo, como a quien acerco.
Pero no me quería,
advirtió angustiada mi melancolía,
me utilizaba para reponer sus ansias perdidas,
me ilusionaba, me convencía,
me demostraba un poco de amor y partía.
Al tercer encuentro le entregué mis sueños
y se descubrió demostrándose
ajena y sin dueño,
le noté pereza, desazón, desgana
como quien temiera, como quien dudara.
Al tercer encuentro, ya, le entregué mi vida
y desapareció como un ave cansada o herida,
me dolió tan falsa, me dolió tan fría,
como quien tramaba, como quien mentía.
Es que no me quería,
constató turbada mi melancolía
me utilizaba para reponer sus ansias perdidas
me lastimaba, me deshacía,
me regalaba un poco de amor… y partía.

Tradução da letra

Ao Primeiro Encontro entregou me os olhos
ele me surpreendeu escorrendo ternura e ferrolho
e eu bebi suas sobrancelhas, calei suas pupilas,
como quem espera, como quem aspira.
No primeiro encontro, ele já me entregou as mãos
e desarmou me combinando calor e amparo
deixou-me as suas impressões digitais, gabou-se do seu toque
como quem alerta, como quem atraiu.
Talvez ele não me quisesse
ele exibiu ciúmes minha melancolia,
estava a usar me para repor os seus desejos perdidos,
enganava-me, perseguia-me,
acordava um pouco de amor e partia.
Ao segundo encontro entregou me os lábios
e me conquistou destilando paixão e entusiasmo,
montei-lhe a boca, travei-lhe os dentes,
como quem aborda,como quem pretende.
Ao segundo encontro, entregou-me o seu corpo
e ela se transformou em luxúria e desejo
instalei - a nos meus poros, devorei o sotaque dela
como a quem acolho, como a quem me aproximo.
Mas não me amava,
advertiu angustiada minha melancolia,
estava a usar me para repor os seus desejos perdidos,
estava entusiasmado, a convencer - me,
mostrava-me um pouco de amor e partia.
Ao terceiro encontro dei lhe os meus sonhos
e descobriu-se provando-se
estranha e sem dono,
notei preguiça, desgosto, desgosto
como quem temesse, como quem duvidasse.
Ao terceiro encontro, já lhe entreguei a minha vida
e desapareceu como um pássaro cansado ou ferido,
doeu tão falsa, doeu tão fria,
como quem estava a tramar, como quem estava a mentir.
Ele não me amava,
constatou turbada minha melancolia
estava a usar me para repor os seus desejos perdidos
magoava-me, desfazia-me,
dava-me um pouco de amor e partia.