Amaury Perez — Aguas letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Aguas" de Amaury Perez.

Letra

Que me equivoque y vuelva andar en desaliño
Contrabandeándole al cariño corazones
Un viento agresivo, inoportuno
Enamorando cada rendija de la noche
Que me equivoque y vuelva a ser piedra de río
Inconmovible contra el paso de la lluvia
Un privilegio del suspiro, un condenado
Al duro golpe del olvido en la armadura
De eso nada amiga mía, de eso nada
Toda la bohemia clausurarme las heridas
Y la canción que no me ataque la garganta
No es la canción que irá llevarme a la otra orilla
De eso nada amiga mía, de eso nada
Porque le falta condición y sobran años
Y espero un hijo que alimente mi cordura
Justo hacia el borde irrepetible del verano
Que me confunda mariposas y vestidos
Hasta obligar la travesía de los sueños
Y vuelva atrás los ojos limpios de fortuna
Escudriñando el corazón del universo
Que me equivoque y deje huir lo que las aguas
Fueron puliendo al rededor de mi quebranto
No queda edad para el riesgo desmedido
Y del fracaso no quisiera otro fracaso
De eso nada amiga mía, de eso nada
Aun queda más que el lento paso de los días
Que al loco caminar, un tonto tropezar
Y no quisiera a estas alturas la caída
De eso nada amiga mía, de eso nada
Tengo equilibrios, tengo azares y consuelos
Y a fuerza de aventuras la piel se nos madura
Y viene el desaliento… y viene el desaliento

Tradução da letra

Que me engane e volte a andar em desânimo
Contrabandeando ao carinho corações
Um vento agressivo, inoportuno
Apaixonando cada fenda da noite
Que me engane e volte a ser Pedra do rio
Incomovível contra a passagem da chuva
Um privilégio do suspiro, um condenado
Ao duro golpe do esquecimento na armadura
Nada disso, minha amiga, nada disso
Toda a Boémia fechou me as feridas
E a canção que não me ataque a garganta
Não é a canção que me vai levar para a outra margem
Nada disso, minha amiga, nada disso
Porque falta-lhe condição e sobram anos
E espero um filho que alimente minha sanidade
Apenas em direção à borda irrepetível do verão
Que me confunda borboletas e vestidos
Até forçar a travessia dos sonhos
E volte atrás os olhos limpos da fortuna
Examinando o coração do universo
Que me engane e deixe fugir o que as águas
Eles foram polindo ao redor do meu quebranto
Não há idade para o risco desmedido
E do fracasso não gostaria de outro fracasso
Nada disso, minha amiga, nada disso
Ainda há mais do que a lenta passagem dos dias
Que ao louco andar, um tolo tropeçar
E não queria a queda neste momento
Nada disso, minha amiga, nada disso
Tenho equilíbrios, tenho azares e consolos
E à força de aventuras a pele se nos amadurece
E vem o desânimo viene e vem o desânimo