Almafuerte — Moraleja letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Moraleja" de Almafuerte.

Letra

Siempre ansié cantar
El canto macho nativo de mi nación
Para enterarte
Para informarte de que también yo he nacido
En el terreno del Atlántico a los Andes
Del verde Chaco a los hielos fueguinos
Tan solo sueños alocados
De un gringo argentino
Pampas del Ranquel
Sierras del Comechingón
Sepan que quien canta lleva en la sangre
La historia final del malón
Y conocé la moraleja
El que no coje se deja
Por eso lo estoy cantando
Conocé la moraleja
El que no coje se deja
El que no coje se deja
La puta que lo parió
Por los niños pobres que no tienen hambre
Por la suerte y las apariciones de la luz mala
El Cristo salvador, por el diezmo señor
Aquí sus pecados hemos de salvarle
Y vengan las cristianías y la gente, muertas de hambre
Siempre ansié cantar
El canto macho nativo de mi nación
Para enterarte
Para informarte de que también yo he nacido
En el terreno del Atlántico a los Andes
Del verde Chaco a los hielos fueguinos
Tan solo sueños alocados
De un gringo argentino
Pampas del Ranquel
Sierras del Comechingón
Sepan que, quien canta lleva en la sangre
La historia final del malón
Y conocé la moraleja
El que no coje se deja
Por eso lo estoy cantando
Conocé la moraleja
El que no coje se deja
El que no coje se deja
La puta que lo parió

Tradução da letra

Sempre desejei cantar
O canto masculino nativo da minha nação
Para saber
Para te informar que também nasci
No terreno do Atlântico para os Andes
Do verde Chaco ao gelo Fueguino
Apenas sonhos loucos
De um gringo argentino
Pampas do Ranquel
Serras do Comechingon
Saibam que quem canta leva no sangue
A história final do malon
E conheci a moral
Quem não coxear é deixado
É por isso que estou a cantar
Conheça a moral
Quem não coxear é deixado
Quem não coxear é deixado
A puta que o pariu
Às crianças pobres que não têm fome
Pela sorte e pelas aparições da luz má
O Cristo salvador, pelo dízimo Senhor
Aqui os seus pecados temos de O salvar
E venham as cristianias e as pessoas, mortas de fome
Sempre desejei cantar
O canto masculino nativo da minha nação
Para saber
Para te informar que também nasci
No terreno do Atlântico para os Andes
Do verde Chaco ao gelo Fueguino
Apenas sonhos loucos
De um gringo argentino
Pampas do Ranquel
Serras do Comechingon
Saibam que, quem canta leva no sangue
A história final do malon
E conheci a moral
Quem não coxear é deixado
É por isso que estou a cantar
Conheça a moral
Quem não coxear é deixado
Quem não coxear é deixado
A puta que o pariu