Alice Cooper — Lullaby letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Lullaby" de Alice Cooper.

Letra

I was the boy who said all of my prayers
Laid my clean face on the pillow
Tucked in real tight, so safe and secure
Through the night
I heard a noise, it was probably nothing
It pulled me right out of a dream
If I knew it was you
I’d have jumped out of bed with a scream
I am the one who growls in your closet
I am the one who lives under your bed
Get down — back where you started
Get down — back into hell
Your black soul, you know you’re
black hearted
I smell your sulfurous smell
All of my things that I play with in daylight
You turn into monsters at night
My toys were my friends
Until you taught them all how to bite
You showed me things little boys
shouldn’t see
You scared me with visions of fire
You danced on my bed
With the flames on your head dancing higher
I am the one who growls in your closet
I am the one who lives under your bed
I tell ya right now
I don’t want your reptile embrace
I don’t want to follow you down
to your place
I don’t want to be a child of disgrace
You can take your whiskey soaked, foaming
at the mouth, toilet talking, pea soup
spewing, sweating blood demon breath out
of my face
I was the boy who said all of my prayers
Laid my clean face on the pillow
Tucked in real tight, so safe and secure
Through the night

Tradução da letra

Eu era o rapaz que dizia todas as minhas orações.
Pus a minha cara limpa na almofada
Aconchegado bem apertado, tão seguro e seguro
Através da noite
Ouvi um barulho, não deve ter sido nada.
Tirou-me de um sonho
Se eu soubesse que eras tu
Eu teria saltado da cama com um grito
Sou eu quem rosna no teu armário
Eu é que vivo Debaixo da tua cama.
Volta para onde começaste.
Volta para o inferno.
A tua alma negra, sabes que és
Coração negro
Cheira-me ao teu cheiro sulfuroso.
Todas as minhas coisas com que Brinco à luz do dia
Transformas-te em monstros à noite.
Os meus brinquedos eram meus amigos
Até que os ensinaste a todos a morder.
Mostraste-me coisas, meninos.
não devia ver
Assustaste-me com visões de fogo.
Dançaste na minha cama
Com as chamas na tua cabeça a dançar mais alto
Sou eu quem rosna no teu armário
Eu é que vivo Debaixo da tua cama.
Digo-te já.
Não quero o teu abraço de répteis.
Não te quero seguir até lá abaixo.
para o teu lugar
Não quero ser um filho da desgraça
Podes levar o teu uísque ensopado, espumante
na boca, na casa de banho a falar, sopa de ervilha
cuspindo, suando sangue demónio respirando para fora
da minha cara
Eu era o rapaz que dizia todas as minhas orações.
Pus a minha cara limpa na almofada
Aconchegado bem apertado, tão seguro e seguro
Através da noite