Alfredo De Angelis — Marioneta letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Marioneta" de Alfredo De Angelis.

Letra

Tenía aquella casa no sé qué suave encanto
En la belleza humilde del patio colonial
Cubierta en el verano por el florido manto
Que hilaban las glicinas, la parra y el rosal…
¡Si me parece verte! La pollerita corta
Sobre un banco empinadas las puntas de tus pies
Los bucles despeinados y contemplando absorta
Los títeres que hablaban, inglés, ruso y francés
-¡Arriba, doña Rosa…
¡Don Pánfilo, ligero…
Y aquel titiritero
De voz aguardentosa
Nos daba la función
Tus ojos se extasiaban:
Aquellas marionetas
Saltaban y bailaban
Prendiendo a tu alma inquieta
La cálida emoción…
Allá entre bastidores, ridículo y mezquino
Claudica el decorado sencillo de tu hogar…
Y vos, en el proscenio de un frívolo destino
¡sos frágil marioneta que baila sin cesar!

Tradução da letra

Eu tinha aquela casa não sei como é gentil
Na beleza humilde do pátio colonial
Coberta no verão pelo manto florido
Que giravam as glicínias, a videira e a roseira…
Se me parece que te vejo! A pollerita corta
Sobre um banco íngremes as pontas dos pés
Os laços desgrenhados e contemplando absorta
Os fantoches que falavam, inglês, russo e francês
- Levanta - te, Dona Rosa…
Don Panfilo, leve…
E aquele marionetista
Voz aguardente
Dava Nos a função
Os teus olhos ficaram extasiados:
Aquelas marionetas
Saltavam e dançavam
Prendendo sua alma inquieta
A emoção quente…
Nos bastidores, ridículo e mesquinho
Claudique a decoração simples da sua casa…
E vós, no proscênio de um destino frívolo
és um fantoche frágil que dança sem parar!