Alfredito Olivas — Telarana letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Telarana" de Alfredito Olivas.

Letra

Buenas Buenas como están? aquí voy ha presentarme
Espero no hablar de mas ni tampoco incomodarles
Ahora vengo en son de paz aunque así me la navego
Pero cuando hacen el mal yo les hago un cochinero
Y aunque no este haciendo sol yo no me quito el sombrero
Bueno si me lo permiten quiero empezar por lo claro
Me refiero amis inicios hace mas de 15 años
Muchos piden mi retiro por que dicen que soy viejo
Mas yo no pienso lo mismo yo opino que es por el miedo
Y lo siento por los buitres que andan detrás de mis huesos
Ya me puse muy pantera mas no es de dientes pa fuera
Y aquí les traigo la cura ha todo el que no me crea
Ya les he cantado tiros y los tiros no me espantan
Ya saben que andar conmigo mi compadre es con la cuaca
Mi carnal el doble X y el de las jorobas cuatas
Con una piedra empece y ahora tengo la montaña
Mi destino lo tejí tal como una telaraña
No tengo miedo ha enredarme enredado he estado siempre
Y así la pienso seguir hasta que tope la muerte
Por lo pronto seguiré burlándome de los verdes
Si quiere llegar el fin aquí lo espero sentado
Solo le quiero advertir que aquí traigo el recortado
No tengo miedo morir como dije anteriormente
Y también pienso que el fin se le llega al que se duerme
No me pienso dormir me llevo bien al pendiente
Sigan guardándome balas a ver cuando me las pegan
Sigan mandando al gobierno que busca pero no encuentra
Ya mis perros están listos para empezar la pelea
Y si siguen de aferrados les soltare la cadena
Sigan buscando mi espalda y perderán la cabeza

Tradução da letra

Boas boas como estão? vou apresentar me
Espero não falar de mais nem incomodá los
Agora venho em paz embora assim a navegue
Mas quando fazem o mal eu faço lhes um cocheiro
E apesar de não estar a fazer sol Eu não Tiro o chapéu
Bem se me permitem quero começar pelo claro
Quero dizer amis começos mais de 15 anos atrás
Muitos pedem a minha reforma porque dizem que sou velho
Mas eu não penso o mesmo eu penso que é pelo medo
E sinto muito pelos abutres que andam atrás dos meus ossos
Eu já fiquei muito pantera mas não é de dentes pa fora
E aqui vos trago a cura tem todo aquele que não acredita em mim
Já lhes cantei tiros e os tiros não me assustam
Sabem que andar comigo meu compadre é com a coaca
Meu carnal o duplo X e o das corcundas cuatas
Com uma pedra empece e agora tenho a montanha
Meu destino eu tricotei como uma teia de aranha
Eu não tenho medo tem me enredado enredado Eu estive sempre
E assim vou segui la até a morte acabar
Por enquanto continuarei a gozar com os verdes
Se quiser chegar ao fim aqui espero que esteja sentado
Só quero avisá lo que aqui trago o recortado
Não tenho medo de morrer como disse anteriormente
E também penso que o fim se lhe chega ao que se adormece
Não vou dormir dou me bem ao Brinco
Continuem a guardar me balas para ver quando me baterem
Continuem a enviar o governo que procuram mas não encontram
Os meus cães estão prontos para começar a luta
E se continuarem agarrados vou soltar lhes a corrente
Continuem à procura das minhas costas e vão perder a cabeça