Alejandro Sanz — Silencio letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Silencio" de Alejandro Sanz.

Letra

He visto a dos niños jurarse abrazados
Eternas locuras que sé que ningún ser humano
Se las ha enseñado
Y he visto a la vida volar de sus manos
He visto a dos niños mirarse a los ojos
Sentirse felices, de estar amarrados
Yo he oído el poema
Que le ha dedicado
Tu huella es mi paz
Y tu horizonte es mi temor
Pero tu huella es mi paz
Aunque jamás será lo mismo aquel rincón
Porque le falta el temblor de tu cuerpo
Y le falta a la noche, el relente
Y la envidia de la gente
Y es que yo he oído el poema
Que le ha dedicado
Silencio, silencio, silencio
Que en la cama de un amante
La magia duerme poco, ¿no?
Pero se acuesta antes
Silencio, silencio
Que la magia duerme
Silencio, silencio
Que en la cama del amante
La magia duerme poco, no Pero se acuesta antes
Y he visto a la gente pasarles rozando
Y he visto que algunos se han ido
Y algunos se quedan y, algunos jamás han estado
Y he visto a la vida sentarse a su lado
Y al fin a esa niña mirarme a los ojos
Los versos más bellos, salir de sus labios
Y es que yo he oído el poema
Que le ha dedicado
Silencio, silencio, silencio
Que en la cama de un amante
La magia duerme poco, no Pero se acuesta antes
Silencio, silencio
Que la magia duerme
Silencio, silencio
Que en la cama del amante
La magia duerme poco
Silencio, silencio
Que se asusta el aire
Silencio, silencio
Que se calle el aire
Que quiero escuchar esos versos
De nuevo en tus labios

Tradução da letra

Vi duas crianà § as jurar abraà § as
Eternas loucuras que eu sei que nenhum ser humano
Ele mostrou-lhas
E vi a vida a voar das suas mãos
Vi duas crianças a olhar nos olhos
Sentir-se feliz, estar amarrado
Eu ouvi o poema
Que lhe dedicou
A tua impressão digital é a minha paz
E o teu horizonte é o meu medo
Mas a tua impressão digital é a minha paz
Embora nunca seja o mesmo aquele canto
Porque falta o tremor do teu corpo
E falta a noite, o relente
E a inveja das pessoas
E eu ouvi o poema
Que lhe dedicou
Silêncio, silêncio, silêncio
Que na cama de um amante
A magia dorme pouco, não é?
Mas deita se mais cedo
Silêncio, silêncio
Que a magia dorme
Silêncio, silêncio
Que na cama do amante
A magia dorme pouco, não mas deita-se mais cedo
E vi as pessoas passarem por elas
E vi que alguns se foram
E alguns ficam e, alguns nunca foram
E vi a vida a sentar se ao seu lado
E finalmente aquela criança a olhar nos meus olhos
Os versos mais bonitos, sair de seus lábios
E eu ouvi o poema
Que lhe dedicou
Silêncio, silêncio, silêncio
Que na cama de um amante
A magia dorme pouco, não mas deita-se mais cedo
Silêncio, silêncio
Que a magia dorme
Silêncio, silêncio
Que na cama do amante
A magia dorme pouco
Silêncio, silêncio
Que assusta o ar
Silêncio, silêncio
Que se cale o ar
Que eu quero ouvir esses versos
De volta aos teus lábios