Albertucho — No Tener Nada letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "No Tener Nada" de Albertucho.
Letra
Ahora que el gusano se escondió tras la manzana, huyendo del bocado de las hadas
Ahora correteo con desazón la avenida, buscando mi canción desesperada
Los mismos rascacielos que en mi sueños me inventé, despierto y son escombros
en manada
Si sueñas lo que quieres, siempre es más de lo que tienes, será mucho mejor no
tener nada
Me duelen los riñones sin nada que llevar, mudanzas de aire limpio y madrugada
Yo soy como el beduino sin ninguna posesión pero pagando letras atrasadas
Banderas, ideales en arcada
Será mucho mejor no tener nada
Será mucho mejor no tener nada
No tener nada
Recuerdo la niñez como agua limpia en caudal de canciones de amor desafinadas
Dolor de corazón, colegio y madrugón, después me fui para Madrid en chanclas
El cuero oscureció con sabanas de miel, la tierra se atascó una temporada
El síndrome de Adán, agujas del reloj, no sirven para frenarte las ganas
Rozando con los dientes lo que quiero y lo que no, las costras de las noches no
se manchan
Sellando la bocaza, ramera de impostor, tirando de salidas malgastadas
Banderas, ideales en arcada
Será mucho mejor no tener nada
Será mucho mejor no tener nada
Será mucho mejor no tener nada
No tener nada
Tradução da letra
Agora que o verme se escondeu atrás da maçã, fugindo da mordida das fadas
Agora Eu corro com desânimo a avenida, procurando minha canção desesperada
Os mesmos arranha-céus que em meus sonhos eu inventei, acordado e são detritos
em manada
Se você sonha o que quer, é sempre mais do que você tem, será muito melhor não
ter nada
Doem-me os rins sem nada para levar, mudanças de ar limpo e madrugada
Eu sou como o beduíno sem qualquer possessão mas pagando letras atrasadas
Bandeiras, ideais em arcada
Será muito melhor não ter nada
Será muito melhor não ter nada
Não ter nada
Lembro-me da infância, como água limpa em fluxo de canções de amor desafinadas
Dor de coração, escola e madrugón, depois fui para Madrid em flip-flops
O couro escureceu com savanas de mel, a terra ficou presa por uma temporada
A síndrome de Adão, no sentido horário, não serve para te travar a vontade
Roçando com os dentes o que quero e o que não, as crostas das noites não
estão manchadas
Selando a boca, prostituta de impostor, puxando Saídas desperdiçadas
Bandeiras, ideais em arcada
Será muito melhor não ter nada
Será muito melhor não ter nada
Será muito melhor não ter nada
Não ter nada