Albertucho — Manos de trapo letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Manos de trapo" de Albertucho.
Letra
Que el más loco
Me da más vida que el más sabio
Ni tesoros ni castillos sin tus labios
Unos pies que se enraízan en el suelo
Calentitos por el sol
Libre por el sol
Y ahora que duerme acompañada
Confieso que no quiero otra cama
Si a menos de dos cuartas
No se encuentra su cara
Me absorbe la claridad ansiada
De estar toda la noche
Pegado a la ventana
Y despierto el latido adulterado
Bombea las mil razones de un boli
Entre mis manos
Manos de trapo esposadas a contratos
Carentes de callos que el tiempo borraron
Manos incultas que apenas recitan
Y sólo al tocarte merecen ser mías
Presente a la vez que impresentable
Exprimo poseso el amargo intragable
Aquel amanecer que solo ven los ojos
Cubiertos del salitre del mar de los muy solos
Manos de trapo esposadas a contratos
Carentes de callos que el tiempo borraron
Manos incultas que apenas recitan
Y sólo al tocarte merecen ser mías
Que limpio mis miserias sólo con estas manos que son…
Manos de trapo esposadas a contratos
Carentes de callos que el tiempo borraron
Manos incultas que apenas recitan
Y sólo al tocarte merecen ser mías
Manos de trapo que recitan al compás
Tradução da letra
Que o mais louco
Dá Me mais vida do que o mais sábio
Nem tesouros nem castelos sem os teus lábios
Alguns pés que se enraizam no chão
Quentinhos pelo sol
Livre pelo sol
E agora ela dorme acompanhada
Confesso que não quero outra cama
Se a menos de dois quartos
O rosto dele não está encontrado
Me absorve a clareza ansiada
De estar a noite toda
Colado à janela
E eu acordo a batida adulterada
Bombeia as mil razões de uma caneta
Entre as minhas mãos
Mãos de pano algemadas a contratos
Sem calos que o tempo apagou
Mãos incultas que mal recitam
E só ao tocar te merecem ser minhas
Presente ao mesmo tempo unpresentable
Exprimo possesso o amargo intragável
Aquele amanhecer que só vêem os olhos
Cutelaria do salitre do mar Dos muito sós
Mãos de pano algemadas a contratos
Sem calos que o tempo apagou
Mãos incultas que mal recitam
E só ao tocar te merecem ser minhas
Que Limpo As minhas misérias só com estas mãos que são…
Mãos de pano algemadas a contratos
Sem calos que o tempo apagou
Mãos incultas que mal recitam
E só ao tocar te merecem ser minhas
Mãos de pano que recitam ao compasso