Albertucho — Basura en la que nacen flores letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Basura en la que nacen flores" de Albertucho.
Letra
Exiliado de mi vida
Nutrir me quiero de prosa
Soy axioma inútil
Rosa que florece compartida
Si no sé pues me lo invento
Igual que invento canciones
Soy basura y sentimientos
Basura en que nacen flores
Mi más ínfima neurona escupe cuando amarga el viento
Y en tinta dibujo y no miento lo que mandan mis hormonas
Quizás aprenda algún día y no haga falta inventario
Río que lleva mi saliva se desborda reventando
Pues sin avisar me inunda, y el unicornio de Silvio
Me hace anotar mi delirio, ¡machacármela sin funda!
Exiliado de mi vida
Nutrir me quiero de prosa
Soy axioma inútil
Rosa que florece compartida
Si no sé pues me lo invento
Igual que invento canciones
Soy basura y sentimientos
Basura en que nacen flores
Tradução da letra
Exilado da minha vida
Nutrir eu quero prosa
Sou axioma inútil
Rosa que floresce compartilhada
Se não sei então invento o
Tal como invento canções
Eu sou lixo e sentimentos
Lixo em que nascem flores
Meu mais ínfima neurônio cospe quando amarga o vento
E em tinta desenho e não minto o que mandam as minhas hormonas
Talvez um dia aprenda e não precise de inventário
Rio que leva minha saliva transborda estourando
Pois sem avisar me inunda, e o unicórnio de Silvio
Faz-me anotar o meu delírio, esmagá-lo sem bainha!
Exilado da minha vida
Nutrir eu quero prosa
Sou axioma inútil
Rosa que floresce compartilhada
Se não sei então invento o
Tal como invento canções
Eu sou lixo e sentimentos
Lixo em que nascem flores