Alberto Plaza — Compañera letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Compañera" de Alberto Plaza.

Letra

Compañera, se acaba el camino
Un abismo detiene la marcha
De nosotros se ríe el destino
Y nos niega, además, la revancha
Derribamos todas las murallas
Y hoy vamos perdiendo la batalla
Compañera, la historia se escribe
Con la pluma de los vencedores
Los amores que no sobreviven
Del olvido serán pobladores
Dime a dónde fueron las promesas
Dónde fue a parar tanta belleza
Y una a una fueron cayendo las hojas
Del árbol de la pasión
Sobre la tierra mojada
Y uno a uno todos los besos
Hicieron receso
Hasta que pase el dolor
Hasta que vuelva el amor
Compañera, son solo espejismos
Que el cansancio nos pone adelante
No hay barreras, no existen abismos
Tenga gloria el que entienda y aguante
Ya está en retirada la tristeza
Pongo dos cubiertos en la mesa
Y una a una vendrán las noches de amor
Nuevos caminos al sol
Ya viene la primavera
Y uno a uno vendrán los besos

Tradução da letra

Companheira, acabou-se o caminho
Um abismo pára a marcha
De nós ri o destino
E nega-nos, além disso, a desforra
Derrubamos todas as muralhas
E hoje vamos perder a batalha
Companheira, a história é escrita
Com a pena dos vencedores
Os amores que não sobrevivem
Do esquecimento serão moradores
Diz me para onde foram as promessas
Onde foi parar tanta beleza
E uma a uma foram caindo as folhas
Da árvore da paixão
Sobre a terra molhada
E, um a um, todos os beijos
Fizeram recesso
Até a dor passar
Até o Amor Voltar
Companheira, são só miragens
Que o cansaço nos coloca à frente
Não há barreiras, não há abismos
Tenha glória aquele que entenda e aguente
Já está em retirada a tristeza
Coloquei dois talheres na mesa
E uma a uma virão as noites de amor
Novos caminhos para o sol
A primavera está a chegar
E um a um Os beijos virão