Alain Bashung — Milliards De Nuits Dans Le Frigo letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Milliards De Nuits Dans Le Frigo" de Alain Bashung.
Letra
Milliards de nuits dans le frigo
Entre le jambon de la veille et les salades du jour
Et cette lampe qui ne veut jamais la mettre en veilleuse
Milliards de nuits à me geler sur un coeur
De palmiers et pas de pirogues autour
Ma petite amie partie au ciné faire l’ouvreuse
Milliards de nuits mauvais shit
Je suis peut-être allé me fourrer dans une date limite
Si tu crois que je suis encore bon, je suis encore bon
Je veux pas finir comme un petit suisse
Qu’on balance dans un sac plastique
Y’a un boeuf de l’autre côté de la rue
Et si je suis pas au menu
Ce sera pour l’autre week-end
Milliards d’oiseaux pas très clairs
Qu’arrêtent pas de me noter
Faut pas que je tombe par terre
Je crie à l’aide dans le microphone, dans le microphone
MIlliards de nibards sous des blouses
Comment veux-tu que je dorme
J’ai les mains qui ventousent
Va falloir que je cartonne, que je cartonne
Je veux pas finir comme un petit suisse
Qu’on balance dans un sac plastique
Y’a un boeuf de l’autre côté de la rue
Et si je suis pas au menu
Ce sera pour l’autre week-end
Milliards de nuits dans le frigo
Entre le jambon de la veille et les salades du jour
Toujours pas fait mon beurre, jamais un radis
Je veux pas finir comme un petit suisse
Qu’on balance dans un sac plastique
Y’a un boeuf de l’autre côté de la rue
Et si je suis pas au menu
Ce sera pour l’autre week-end
Tradução da letra
Biliões de noites no frigorífico
Entre o presunto do dia anterior e as saladas do dia
E esta lâmpada que nunca a quer pôr em espera
Biliões de noites para congelar um coração
Palmeiras e sem Canoas
A festa da minha namorada no filme a abrir
Biliões de noites más
Talvez me tenha enfiado num prazo.
Se achas que ainda estou bem, ainda estou bem.
Não quero acabar como um suiço.
Que balançamos num saco de plástico
Há um bife do outro lado da rua.
E se eu não estiver no menu
Será para o outro fim-de-semana.
Milhares de milhões de aves não são muito claras
O que não para de me escrever
Não tenho de cair no chão.
Grito por ajuda no microfone, no microfone
Biliões de mamilos debaixo das blusas
Como queres que durma?
As minhas mãos estão a bater
Vou ter de o fazer, vou fazê-lo.
Não quero acabar como um suiço.
Que balançamos num saco de plástico
Há um bife do outro lado da rua.
E se eu não estiver no menu
Será para o outro fim-de-semana.
Biliões de noites no frigorífico
Entre o presunto do dia anterior e as saladas do dia
Ainda não fiz a minha manteiga, nunca um rabanete.
Não quero acabar como um suiço.
Que balançamos num saco de plástico
Há um bife do outro lado da rua.
E se eu não estiver no menu
Será para o outro fim-de-semana.