Alain Bashung — Angora letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Angora" de Alain Bashung.

Letra

Il m’aura fallu faucher les blés
Apprendre à manier la fourche
Pour retrouver le vrai
Faire table rase du passé
La discorde qu’on a semé
A la surface des regrets
N’a pas pris
Le souffle coupé
La gorge irritée
Je m'époumonais
Sans broncher
Angora
Montre-moi d’où vient la vie
Où vont les vaisseaux maudits
Angora
Sois la soie, sois encore à moi…
Les pluies acides décharnent les sapins
J’y peux rien, j’y peux rien
Coule la résine
S’agglutine le venin
J’crains plus la mandragore
J’crains plus mon destin
J’crains plus rien
Le souffle coupé
La gorge irritée
Je m'époumonais
Sans broncher
Angora
Montre-moi d’où vient la vie
Où vont les vaisseaux maudits
Angora
Sois la soie, sois encore à moi…

Tradução da letra

Tive de cortar o trigo.
Aprenda a manejar o garfo
Para encontrar o verdadeiro
Começar do zero do passado
A discórdia que semeámos
À superfície dos arrependimentos
Não tomou
O corte da respiração
Garganta
Fiquei espantado.
Sem bronzeamento
Angora
Mostra-me de onde vem a vida
Para onde vão os navios amaldiçoados?
Angora
Sê a seda, continua a ser minha…
Chuva ácida liberta abetos
Não consigo, não consigo.
Resina corrente
Amontoa o veneno
Já não tenho medo do Mandrake.
Não temo mais o meu destino
Não temo mais nada
O corte da respiração
Garganta
Fiquei espantado.
Sem bronzeamento
Angora
Mostra-me de onde vem a vida
Para onde vão os navios amaldiçoados?
Angora
Sê a seda, continua a ser minha…