Al Bano & Romina Power — Le mie radici letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Le mie radici" de Al Bano & Romina Power.
Letra
Le mie radici sono nel vento
Non tra le mura di una città.
Ho dentro gli occhi,
Grandi blocchi di cemento
E il cielo invece
E’ acceso solo per pubblicità…
Cammino tra la gente
Che guarda avanti indifferente.
Se azzardi un buongiorno
Non sai mai che ti succederà.
Se poi verso sera
Tu hai voglia di uscire
Devo dirti che sto molto male.
Prigionieri di un mondo che non sogna più
Prigionieri ogni giorno di nuovi tabù.
Quando chiedi un aiuto nessuno ci sta
Quando chiami qualcuno la tua eco verrà.
Prigionieri di un’era che crea robot
E dei veri valori si è fatto un falò.
Per fortuna si sa poi la strada dov’è
Se la voglia di vivere c’è.
Le mie radici sono nel sole
Non fra la nebbia di questa città.
Ho dentro gli occhi
Solo boschi di antenne in fiore
Mentre il mio cuore
Batte solo per comodità.
Dov’è l’aria pura
Dov’è quel prato verde.
E perché quei bambini
Non ci giocano più.
Che strano il futuro
E i frutti che ci dà
Nella plastica ci avvolgerà.
Prigionieri di un mondo che non sogna più
Prigionieri ogni giorno di nuovi tabù.
Quando chiedi un aiuto nessuno ci sta
Quando chiami qualcuno la tua eco verrà.
Prigionieri di un’era che crea robot
E dei veri valori si è fatto un falò.
Per fortuna si sa poi la strada dov’è
Se la voglia di vincere dentro di te...
Tradução da letra
As minhas raízes estão no vento, não dentro das muralhas de uma cidade.
Tenho grandes blocos de cimento nos olhos, e o céu está aceso só para publicidade ... Ando entre pessoas que olham para a frente indiferentes.
Se arriscares um bom dia, nunca saberás o que te vai acontecer.
Se quiseres sair mais tarde, Tenho de te dizer que estou muito doente.
Prisioneiros de um mundo que já não sonha com prisioneiros todos os dias de novos tabus.
Quando pedires ajuda, ninguém estará lá quando chamares alguém, o teu Eco virá.
Prisioneiros de uma era que cria robôs e valores verdadeiros tornaram-se uma fogueira.
Felizmente você então sabe o caminho onde está se o desejo de viver lá.
As minhas raízes estão ao sol, não no nevoeiro desta cidade.
Tenho dentro dos meus olhos apenas florestas de antenas floridas enquanto o meu coração bate apenas por conveniência.
Onde está o ar limpo onde está o relvado verde?
E porque aqueles miúdos já não brincam com isso.
Que estranho o futuro e os frutos que nos dá em plástico irão envolver-nos.
Prisioneiros de um mundo que já não sonha com prisioneiros todos os dias de novos tabus.
Quando pedires ajuda, ninguém estará lá quando chamares alguém, o teu Eco virá.
Prisioneiros de uma era que cria robôs e valores verdadeiros tornaram-se uma fogueira.
Felizmente você então sabe o caminho onde está se o desejo de ganhar dentro de você...