Adriano Celentano — Manifesto letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Manifesto" de Adriano Celentano.
Letra
Lei, lei, lei, lei che rabbia mi fa Lei, lei, crede in quello che fa E camminando la vedo sui muri di questa città
Lei, lei ride per pubblicità
Non è facile per me No no no Una donna come te No no no Io vorrei sentirti mia, solo mia, solo mia
E non di tutti in ogni via
Lei con la mano mi invita lontano
Da questa città
Quasi felice di dare una sfogo alla sua vanità
Lei, lei, lei, lei
Ha troppi colori
Lei, lei, lei, lei
Col seno di fuori
Lei che sorride sembrando felice nel mondo che sa Lei mi manca, però non lo sa Non è facile per me No no no Una donna come te No no no Io vorrei sentirti mia solo mia
E non di tutti in ogni via
Lei con la mano mi invita lontano da questa città
Quasi felice di dare uno sfogo alla sua vanità
Lei, lei, lei, lei
Ha troppi colori
Lei, lei, lei, lei
Con tutto di fuori
Lei, lei, lei, lei
Che rabbia mi fa Lei, lei,
Crede in quello che fa E camminando la vedo sui muri di questa città
Lei, lei ride per pubblicità
Non è facile per me No no no Una donna come te No no no Io vorrei sentirti mia solo mia
E non di tutti in ogni via.
Lei con la mano mi invita lontano da questa città
Quasi felice di dare uno sfogo alla sua vanità
Adriano Celentano —
Tradução da letra
Ela, Ela, Ela, Ela Que raiva me faz ela, ela, ela, acredita no que ela faz e andando eu vejo-a nas paredes desta cidade
Ela ri-se por publicidade.
Não é fácil para mim Não Não Não Não uma mulher Como Tu Não Não Não Não Não eu gostaria de te sentir meu, só meu, só meu
E nem todos em todos os sentidos
Ela com a mão convida-me para longe
Desta cidade
Quase feliz por dar espaço à sua vaidade.
Ela, ela, ela, ela
Tem demasiadas cores.
Ela, ela, ela, ela
Com o peito exterior
Ela está sorrindo feliz no mundo ela sabe que eu sinto falta dela, mas ela não sabe que não é fácil para mim Não Não Não Não Não Não uma mulher como você Não Não Não Não Não eu gostaria de sentir você minha só
E nem todos em todos os sentidos
Ela, com a mão, convida-me para longe desta cidade.
Quase feliz por dar espaço à sua vaidade.
Ela, ela, ela, ela
Tem demasiadas cores.
Ela, ela, ela, ela
Com tudo lá fora
Ela, ela, ela, ela
Que raiva ela me faz, ela,
Ela acredita no que faz e enquanto anda, vejo-a nas paredes desta cidade.
Ela ri-se por publicidade.
Não é fácil para mim Não Não Não Não Não uma mulher Como Tu Não Não Não Não Não Não eu gostaria de te sentir minha só minha
E nem todos em todas as ruas.
Ela, com a mão, convida-me para longe desta cidade.
Quase feliz por dar espaço à sua vaidade.
Adriano Celentano —