Adora Vivos — The Ruin of Tranquility letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "The Ruin of Tranquility" de Adora Vivos.

Letra

Facing adversity
Humbly accepting my fate
Under great scrutiny
Resolved, my life must stay
No one knows my tranquility
Peace like winter’s first snow
But before this serenity
There came a curse, a tragedy
And from that curse
Sprang forth my plight
To live in tortured state
A simple mistake lead to disease
A melting point for flesh
So here I lay, decomposing
The binding of my hate
In rotting tranquility
A simple word set forth my fate
Tortured state of serenity
Life amidst the flames of tragedy
Take my peace, tranquility
And fuel your inner hate
A burning coal with righteous fire
That justice cannot define
Take my hate, vitality
The aesthetic source of flame
A sacred scorching of the past
That no one can deny
What possessed you
Overcame you
Bleeding out, my soul
Forced to sit and watch it drain
An everlasting coal
That stokes the fires with its hate
And calls out all my pain
A wicked curse that never ends
Fighting all in vain

Tradução da letra

Enfrentar a adversidade
Humildemente aceitando o meu destino
Sob grande escrutínio
Resolvido, a minha vida tem de ficar
Ninguém sabe da minha tranquilidade.
Paz como a primeira neve do inverno
Mas antes desta serenidade
Veio uma maldição, uma tragédia.
E dessa maldição
Desabrochei a minha situação
Viver em estado torturado
Um simples erro leva à doença
Um ponto de fusão para a carne
Então aqui estou eu, a decompor-me
A ligação do meu ódio
Em tranquilidade apodrecida
Uma palavra simples indica o meu destino
Torturado estado de serenidade
A vida no meio das chamas da tragédia
Toma a minha paz, tranquilidade
E alimenta o teu ódio interior
Um carvão ardente com fogo justo
Que a justiça não pode definir
Toma o meu ódio, vitalidade
A fonte estética da chama
Um abrasador sagrado do passado
Que ninguém pode negar
O que te possuiu
Superei-te
A esvair-se em sangue, a minha alma
Forçado a sentar-se e vê-lo a escorrer
Um carvão eterno
Que abala o fogo com o seu ódio
E chama toda a minha dor
Uma maldição perversa que nunca acaba
Lutar tudo em vão