Aborted — Grime letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Grime" de Aborted.

Letra

A misanthropic vision — apathy is omnipresent…
All I see is a congregation of crud…
A waste of space serving none but my cravings
A delicate selection of the tools of my trade
All shall fall with a thrust of steel
Hammer at hand, blunt force trauma impending
A ritual concoction — with a slight hint of insanity
Your utopic society lies awash, no standards, no morals
Only grime remains — a monument of integrity
Only grime remains
Decrepit and stale, only picturesque remnants of your salivating ignorance
You all stare into a bottomless pit, with a cracking sound I relieve this earth
from another piece of shit
A misanthropic vision — apathy is omnipresent…
A waste of space serving none but my cravings
A delicate selection of the tools of my trade
All shall fall with a thrust of steel
Hammer at hand, blunt force trauma impending
Timeless wonder, the moldy scent of blood
Soothing silence, the destruction of your world
Timeless wonder, the omnipresence of death
Soothing silence, the destruction of your world
I just had to destroy something beautiful
Scraping cranial matter, a picturesque view of it all
Is this hysteria? Human nature at its purest form
For all I care call me obscene
And pretend to live your life pristine
Rancor fed those like me grow
To feed until there is nothing to show
A ritual concoction — with a slight hint of insanity
A sensible inheritance — the destruction of decency
Standing in a pool of blood — the remnants of my bidding

Tradução da letra

Uma visão misantrópica-a apatia é omnipresente…
Tudo o que vejo é uma congregação de crud.…
Um desperdício de espaço que só serve os meus desejos
Uma seleção delicada das ferramentas do meu ofício
Todos cairão com um impulso de aço
Martelo na mão, trauma contundente iminente.
Uma mistura ritual com um ligeiro toque de insanidade.
A tua sociedade utópica está inundada, sem padrões, sem moral.
Resta apenas a sujidade-um monumento de integridade
Só resta a sujidade.
Decrépito e velho, apenas vestígios pitorescos da tua salivante ignorância.
Vocês todos olham para um poço sem fundo, com um som estridente eu alivio esta terra
de outro pedaço de merda
Uma visão misantrópica-a apatia é omnipresente…
Um desperdício de espaço que só serve os meus desejos
Uma seleção delicada das ferramentas do meu ofício
Todos cairão com um impulso de aço
Martelo na mão, trauma contundente iminente.
Maravilha intemporal, o cheiro bolorento de sangue
Silêncio calmante, a destruição do teu mundo
Maravilha eterna, a onipresença da morte
Silêncio calmante, a destruição do teu mundo
Só tinha de destruir algo bonito.
Raspando matéria craniana, uma visão pitoresca de tudo
Isto é histeria? A natureza humana na sua forma mais pura
Por tudo o que me importa chama-me obsceno
E fingir viver a tua vida imaculada
Rancor alimentava aqueles como eu.
Alimentar-se até não haver nada para mostrar
Uma mistura ritual com um ligeiro toque de insanidade.
Uma herança sensata-a destruição da decência
Em pé numa poça de sangue-os restos da minha vontade