Abel Pintos — Vuelvo a Amarte Mi Pueblo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Vuelvo a Amarte Mi Pueblo" de Abel Pintos.

Letra

Que lindo cuando los sueños
a veces te salen ciertos
un viejo tren me dejaba
en la estación de mi pueblo
y el solcito me quemaba
con sus hilachas de fuego.
Hasta llegar a mi casa
por el camino desierto
me van ganando recuerdos
que fueron vida en un tiempo
y hoy con mis sueños regreso
porque se que no están muertos.
Ahí han quedado mis sueños
quedaron mis esperanzas
envuelto en las ilusiones
que a veces nunca se alcanzan
pero también la llamita
de fe que nunca se apaga.
Vuelvo a cantarte mi pueblo
todo lo que estoy sintiendo
esas siestas silenciosas
que aroman a pan casero
yo vuelvo a amarte mi pueblo
vuelvo a decirte te quiero.
Quiero contarle a una estrella
que cuando la noche es larga
me acarician los recuerdos
aquellos llenos de magia
quiero abrazar a mi gente
pero las manos no alcanzan.
Que la noche es mi guitarra
y se ha quedado en mi casa
donde la vida se quema
bajo los techos de caña
y cantan las chacareras
con grillos en las gargantas.
Ayer tierra vos me hablabas
con el corazón abierto
y sin saber el porqué
me fui volando a otros cielos
pero adentro mío estabas
como apretada en el tiempo.
Vuelvo a cantarte mi pueblo…

Tradução da letra

Que bom quando os sonhos
às vezes você tem certos
um velho trem me deixava
na estação da minha aldeia
e o solzinho queimava me
com os seus fiapos de fogo.
Até chegar a minha casa
pelo caminho deserto
estão a ganhar me recordações
que foram vida em um tempo
e hoje com os meus sonhos volto
porque sei que não estão mortos.
Aí ficaram os meus sonhos
restaram as minhas esperanças
envolto em ilusões
que às vezes nunca se alcançam
mas também lhe telefona
de fé que nunca se apaga.
Volto a cantar te o meu povo
tudo o que estou a sentir
aquelas sestas silenciosas
que aromam pão caseiro
eu volto a amar te meu povo
volto a dizer-te que te amo.
Quero contar a uma estrela
que quando a noite é longa
as memórias acariciam me
aqueles cheios de magia
quero abraçar o meu povo
mas as mãos não alcançam.
Que a noite é a minha guitarra
e ficou em minha casa
onde a vida queima
sob os telhados de cana
e cantam as chacareras
com grilos nas gargantas.
Ontem terra tu falavas comigo
com o coração aberto
e sem saber porquê
voei para outros céus
mas dentro de mim estavas
como apertado no tempo.
Volto a cantar te o meu povo…