Abel Pintos — La Filosófica letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "La Filosófica" de Abel Pintos.
Letra
No pretende mi advertencia
Que seas como yo quiero
Ni meterte en entre veros
De enseñarte mi experiencia
Vos te has criao con la esencia
Del agua de tu bebedero.
La vida es una doctrina
El mundo entero su templo
Y encontrarás con el tiempo
Tu saber bien madurao
Será cuando has pronunciao
La frase justa de ejemplo.
Dejar rastros en la vida
Son pretensiones del hombre
Si no ha lograo que su nombre
Quede en el tiempo grabao
Es porque solo ha edificao
Ranchos de paja y adobe.
Claro que paja y adobe
En un especial momento
Constituye un fundamento
Dentro de la construcción
No hay que armar un caserón
Sin revisar los cimientos.
Hay que hacer bordao prolijo
En el mantel de la vida
Pero no para la estiva
Y después tenerlo guardado
A mantel almidonao
Prefiero aquel con comida
La vida es la gran escuela
Y en el aula del saber
No te vaya a sorprender
Que de un árbol bien nacido
Salgan los gajos torcidos
Pues, se han doblao al crecer.
No vale la ostentanción
La arrogancia desmedida
La razón bien entendida
Del hombre mejor pensao
Si después que te has dentrao
Recién busca la salida.
Tener pasar relativo
Y a pesar de otros criterios
No le busques el remedio
Porque es terrible este mal
No hallarás la paz total
Ni en la paz del cementerio.
Tradução da letra
Ele não quer o meu aviso
Que sejas como eu quero
Nem te envolvas em ver te
De te ensinar a minha experiência
Tu criaste te com a essência
Da água do seu bebedouro.
A vida é uma doutrina
O mundo inteiro seu templo
E você vai encontrar com o tempo
Seu saber bem amadureceu
Será quando pronunciou
A frase justa de exemplo.
Deixar vestígios na vida
São pretensões do homem
Se não conseguiu o seu nome
Fique no tempo grabao
É porque ele só edificou
Ranchos de palha e adobe.
Claro que palha e adobe
Num momento especial
Constitui um fundamento
Dentro da construção
Não é preciso montar um casarão
Sem rever as fundações.
Tem que fazer bordaou prolixo
Na toalha de mesa da vida
Mas não para a estiva
E depois guardá lo
A mantel amido
Prefiro aquele com comida
A vida é a grande escola
E na sala de aula do saber
Não te surpreenda
Que de uma árvore bem nascida
Saiam os segmentos tortos
Bem, eles se dobraram ao crescer.
Não vale a ostentanção
Arrogância desmedida
A razão bem compreendida
Do homem melhor pensao
Sim depois de teres aparecido
Acabou de procurar a saída.
Ter passar relativo
E apesar de outros critérios
Não procure o remédio
Porque é terrível este mal
Não encontrarás a paz total
Nem na paz do cemitério.