Aaron McMullan — Sketches in Broken C letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Sketches in Broken C" de Aaron McMullan.
Letra
These charcoal slipstreams hiss an' spit
Past dead-grass paths all piss an' shit
An the gangrene thoroughfare snarlin' wi' jealousy…
Oh bent back lamp-light, 'luminate
These cracklin' wounds by station-gate
Like the dawn scarrin' the night-time stretched ahead o' me
And nostalgia thick and potent and as pulsing TV radiance
And the concretes tauntin' cries
«Come on singer, fuck sakes, sing for us»
And a sketch predictably
Coiled around a broken C
Broken-glass bouquets lain over streets, catchin' reflections
Of the mornin' clutchin' gifts o' clarity
And in her smile
A momentary burst o' some sweet decadence
She takes my hand
She says the drunken day is waking
Take me someplace still in awe of twilight
Vagrant chorus lined up 'long the walls outside the chapel
Singin' «Which Side Are You On» an there’s a hint of something glorious
Swellin' in the pauses 'tween the words
Set for piercing almost every ear that’s listenin'
Yeah, the rest just sigh an keep on walkin'
Broadsheet prophecies! Some monstrous calamity!
I’m makin' notes, I’m writin' lines
Chockin' on fear an yeah, sometimes
The fear is crippling an' I’m trembling
I bite my tongue till everythin' is
Fragments of a narrative
A fiction, nothin' more
Grafton Street all raw wi' memory, we walk on wounds
And sit by cafes watchin summertime carve madmen from Cathedral stone
I love you and it cuts my tongue to say
But that’s ok
My melancholy suits my haircut
Like the piss-burn suits the gutter steam
Tradução da letra
Estas Cascavéis de carvão assopram um cuspo.
Caminhos de relva morta, todos mijam uma merda.
E a rua gangrena rosna com ciúmes…
Luz dobrada do dorso, luminar
Estas feridas rachadas pelo portão da estação
Como a alvorada marcando a noite à minha frente
E nostalgia espessa e potente e como o brilho pulsante da TV
E os concretos gritam
"Vamos singer, pelo amor de Deus, canta para nós»
E um esboço previsivelmente
Enrolado em torno de um C partido
Ramos de vidro partido espalhados pelas ruas, captando reflexos
Of the mornin clutchin' gifts o' clarity
E no seu sorriso
Uma explosão momentânea de uma doce decadência
Ela agarra a minha mão.
Ela diz que o dia da bebedeira está a acordar
Leva-me a um lugar ainda assombrado pelo crepúsculo
O refrão vagaroso alinhou-se ao longo das paredes fora da Capela.
A cantar de que lado estás e há um toque de algo glorioso
Rodopiando nas pausas entre as palavras
Preparado para perfurar quase todos os ouvidos que estão a ouvir
Sim, o resto suspira e continua a andar
Profecias de Broadsheet! Uma calamidade monstruosa!
Estou a fazer anotações, estou a escrever linhas
Sim, às vezes
O medo está a paralisar e eu estou a tremer.
Eu mordo a minha língua até que tudo seja
Fragmentos de uma narrativa
Uma ficção, nada mais
Grafton Street toda crua com memória, caminhamos sobre feridas
E sentar-me junto a cafés a assistir no verão esculpir madman da Pedra da Catedral
Eu amo-te e corta-me a língua dizer
Mas não faz mal.
A minha melancolia combina com o meu corte de cabelo.
Como a queimadura de mijo combina com o vapor da sarjeta