Amaury Perez — Mitades letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Mitades" de Amaury Perez.
Letra
Porque querer así resulta bueno
Es dicha dividida a la mitad
Conjugando manías y regresos
Desde una ventajosa claridad
Te quiero a ti, que inventas la ternura
Donde lo cotidiano se sublima
Y ensartas con un beso mi cordura
Y lo terrible de tu compañía
Me quieres tú, si abordo la aventura
Y arrimo hasta tus ojos la humedad
Transnochándote en alma casi muda
En el sinfín vital de la ansiedad
Porque querer así resulta acaso
Algún vestigio de sinceridad
Un violín suspendido del espacio
En el concierto de la obscuridad
Te quiero a ti, mi fuego, mi delirio
Mi motivo de huir y desear
Que pones en su sitio mis desvíos
Con la tibia tristeza de esperar
Me quieres tú, si apaño tus locuras
Y apago en tus armarios las polillas
Burlando tus dolores y tus dudas
Cuando tu corazón se vuelve astillas
Porque querer así, resulta todo
Si beben de mis labios tus palomas
Se agita la razón, resbala el lodo
Porque querer así, la vida asoma
Te quiero yo, mi ola, mi esperanza
Mi alondra, mi canción, mi timonel
Me quieres tú, si apuro la confianza
De soñar, de volar y padecer
Tradução da letra
Porque querer assim é bom
É dita dividida pela metade
Conjugando manias e regressos
De uma clareza vantajosa
Quero-Te a ti, que inventas a ternura
Onde o cotidiano é sublime
E amarras com um beijo minha sanidade
E o terrível da sua empresa
Tu amas - me, se eu embarcar na aventura
E arrimo até seus olhos a umidade
Transnochando em alma quase muda
No sem fim vital da ansiedade
Porque querer É assim
Algum vestígio de sinceridade
Um violino suspenso do espaço
No concerto da escuridão
Quero - Te a ti, o meu fogo, o meu delírio
O meu motivo para fugir e desejar
Que pões no lugar dele os meus desvios
Com a tíbia tristeza de esperar
Tu amas-me, se eu apanho as tuas loucuras
E desliguei as traças nos teus armários
Zombando de suas dores e dúvidas
Quando seu coração se torna lascado
Porque querer assim, acontece tudo
Se beberem dos meus lábios os teus pombos
Agita-se a razão, escorrega a lama
Porque querer assim, a vida espreita
Eu amo - Te, a minha onda, a minha esperança
A minha cotovia, a minha canção, o meu timoneiro
Tu amas-me, se eu apressar a confiança
De sonhar, de voar e de sofrer