Amaury Perez — Mala gente letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Mala gente" de Amaury Perez.

Letra

Yo he visto caer a un hombre
En el morral de la infamia
Vi también cómo se salva
A fuerza de golpe y golpe
He visto morir amores
Cuando mejor florecían
Por poca filosofía
O muchos, muchos temores
He visto caer a un hombre
Herido por la bebida
Vi también cómo crecía
Sin porvenir y sin nombre
He visto como se esconde
El amigo a criticar
Lo que debiera adorar
Con la faz y sin traiciones
¡Ay! la mala gente
¡ay! la gente mala
Mira que me empeño
En quererles, y nada
¡Ay! la mala gente
¡ay! la gente mala
Mira que me empeño
En comprenderles, y nada
Yo he visto como la envidia
Hecha un taladro, penetra
Y baila al son de una fiesta
Con el odio en compañía
A quien empuja su vida
Con la mejor buena fe
Y la rinde ante la red
De la podrida semilla
Al que ha querido ser hombre
Y no ha llegado a su altura
Al que ha quedado en la duda
Al que no hay bien que perdone
Quien cree que tiene su nombre
Un digno sitio en la historia
Pero no llega su gloria
Ni pa' adornarla con flores
Yo he visto como, en la sombra
El odio cuida a su cría
Y lanza una cacería
Pa' destruir lo que estorbe
Es que el odio tiene dotes
Que no he podido entender
Pues tiene más brío quien tiene
Fuertes frustraciones
Yo he sentido en tantas noches
La burla, la hipocresía
Y unos ojos que aun me miran
Queriendo arrancarme el broche
El broche que da la vida
A quien le paga con bien
Y que no merece
Quien le cuesta caro a la vida!

Tradução da letra

Eu vi um homem cair
Na mochila da infâmia
Também Vi como se salva
Força de golpe e golpe
Já vi morrer amores
Quando melhor floresceram
Por pouca filosofia
Ou muitos, muitos medos
Vi um homem cair
Ferido pela bebida
Também Vi como crescia
Sem futuro e sem nome
Já vi como se esconde
O amigo para criticar
O que eu deveria adorar
Com a face e sem traições
Ai! as pessoas más
ai! as pessoas más
Olha que me esforço
Em amá-los, e nada
Ai! as pessoas más
ai! as pessoas más
Olha que me esforço
Em compreendê-los, e nada
Eu vi como inveja
Feita uma broca, penetra
E dança ao som de uma festa
Com o ódio na companhia
Quem empurra sua vida
Com a melhor boa-fé
E rende-a à rede
Da semente podre
Aquele que quis ser Homem
E não chegou à sua altura
Aquele que ficou em dúvida
Aquele que não há bem que perdoe
Quem acha que tem o seu nome
Um lugar digno na história
Mas a sua glória não chega
Nem pa' adorná-la com flores
Eu vi como, na sombra
O ódio cuida da sua cria
E lança uma caçada
Pa ' destruir o que atrapalha
É que o ódio tem dotes
Que não consegui entender
Pois tem mais brío quem tem
Fortes frustrações
Eu senti em tantas noites
Zombaria, hipocrisia
E uns olhos que ainda me olham
A querer arrancar-me o broche
O broche que dá a vida
A quem paga com bem
E que não merece
Quem custa caro para a vida!