Amaury Perez — La Canción Del Ángel letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Canción Del Ángel" de Amaury Perez.

Letra

Arrimando el cuerpo a la baranda
Convocaba el sueño desde ya
Temiendo que se me escapara
Y animando el corazón de banda a banda
Vi pasar un ángel de cabello mate
Y de tez dorada
Voló tan bajito, sobre mi ventana
Que fuera de quicio olvidé el oficio
Y me fascinaba
Solicito y tibio le inventé una cara
Y, bajo sus ojos, descubrí el rocío
Que se derramaba
Presentí el infierno que le acompañaba
Y busqué remedios para la tristeza
Que le derrotaba
Lloraba bajito
Tan atribulada
Que fuera de quicio olvide el oficio
Y me lamentaba
¿Quién te dañaría
Princesita fría de la madrugada?
¿Quién cegó la orilla
De tus energías sin saber sanarla?
Quisiera bordarte y encargarte
El resto de mis alegrías
Pero, bien pensado
Para tanto duelo no te alcanzaría
¿Quién te dañaría
Princesita fría de la madrugada…
Apretado el corazón, ya se alejaba
No bastó mi instinto
Para el maleficio que le adivinaba;
Para el mal de amores o
Para las desgracias
O para el desatino
No tienen sentido ni las esperanzas
Y se fue tan bajito
Como si llegara
Que fuera de quicio olvide el oficio
Y me derrumbaba
¿Quién te dañaría
Princesita fría de la madrugada…

Tradução da letra

Arrimando o corpo para o corrimão
Ele convocava o sonho desde já
Temendo que me escapasse
E animando o coração de banda a banda
Eu Vi um anjo de Cabelo Fosco passar
E de pele dourada
Voou tão baixo, por cima da minha janela
Eu esqueci me do trabalho
E fascinava me
Solicito e morno inventei lhe uma cara
E, sob seus olhos, descobri o orvalho
Que se derramava
Pressenti o inferno que o acompanhava
E procurei remédios para a tristeza
Que o derrotava
Chorava baixinho
Tão perturbada
Esquece o ofício
E eu lamentava
Quem te magoaria
Princesinha fria da madrugada?
Quem cegou a costa
De suas energias sem saber curá-la?
Gostava de te bordar e tratar disso
O resto das minhas alegrias
Mas, bem pensado
Para tanto luto não te alcançaria
Quem te magoaria
Princesinha fria da madrugada…
Apertado o coração, já se afastava
Não bastou o meu instinto
Para o feitiço que eu adivinhava;
Para o mal de amores ou
Para infortúnios
Ou para o desatino
Nem as esperanças fazem sentido
E foi tão baixo
Como se chegasse
Esquece o ofício
E estava a desmoronar me
Quem te magoaria
Princesinha fria da madrugada…