Amaury Perez — Donde No Pasa Nada letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Donde No Pasa Nada" de Amaury Perez.
Letra
Soñando en Robin Hood de madrugada
La juventud de un soplo aparecía
Si un clima pegajoso erosionaba
Mi piel de caribeño equilibrista
Después pasé a ser Nemo y transitaba
Tan vivo en su Nautilus la marina
Que las veinte mil leguas navegaba
No fueron sino el punto de partida
Aquí, aquí, donde no pasa nada
Aquí, aquí, de donde no partí
Y así, así sigue en desbandada
Así, así lo que amando fui
Si en Robinson Crusoe me transformaba
Asido a su truncada travesía
Una corriente cálida y avisaba
La vuelta a la sin razón y la apatía
Con D’Artagnan la noche cabalgaba
París junto a su espada socorría
Y así se nos fue encima la mañana
Tramando que jamás regresaría
Pinocho puso lo que me faltaba
Viajando en su ballena enardecida
Y quiso el comején que terminaran
Mis juegos en motín al otro día
Como último recurso ambicionaba
Calzar la zapatilla a Cenicienta
Y cuando casi el ruego realizaba
Me rechazó el zapato por austera
El viento no flamea de mi parte
Y es que yo mismo a ratos no me entiendo
Propones la ilusión como estandarte
Y el mundo te devuelve un testamento
Los héroes que formaron mi equipaje
Cuando ni despegaba el subsuelo
Se negaron hoy día a acompañarme
De tan materialista que me he vuelto
Tradução da letra
Sonhando com Robin Hood de madrugada
A juventude de um sopro apareceu
Se um clima pegajoso corroesse
Minha pele de caribenho equilibrista
Depois passei a ser o Nemo e viajava
Tão vivo em seu nautilus a Marinha
Que as vinte mil léguas navegava
Eles foram apenas o ponto de partida
Aqui, aqui, onde nada acontece
Aqui, aqui, de onde eu não parti
E assim, assim continua em debandada
Assim, assim o que amando eu fui
Sim em Robinson Crusoe transformava me
Agarrado à sua travessia truncada
Uma corrente quente e avisou
O retorno ao SEM razão e apatia
Com D'Artagnan a noite cavalgava
Paris junto à sua espada socorria
E foi assim que a manhã acabou
A planear que nunca mais voltaria
O Pinóquio pôs o que me faltava
Viajando em sua baleia enardecida
E ele queria que eles terminassem
Os meus jogos de motim no outro dia
Como último recurso ambicionava
Calçar o sapato para Cinderela
E quando quase o rogo realizava
Ela recusou o meu sapato por causa da austera
O vento não arde da minha parte
E é que eu mesmo a tempos não me entendo
Propões a ilusão como estandarte
E o mundo devolve te um testamento
Os heróis que formaram a minha bagagem
Quando nem decolava o subsolo
Hoje recusaram se a vir comigo
De tão materialista que me tornei