Amaury Perez — Dame El Otoño letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Dame El Otoño" de Amaury Perez.

Letra

Dame el otoño si apagué la llama urgente
De un sueño atado al cinturón de la caricia
Y la ansiedad cual penitencia, eternamente
Si es que el deseo me robó la maravilla
Dame la prisa de un olvido o anhelado
Si no hubo beso que venciera lo azaroso
La maldición de un golpe bajo en el quejido
El sollozar de cuanta estrella atrapa el ojo
Dame la luna para par de los suspiros
Que no lograron trascender la ventolera
Una sonrisa que devore la nostalgia
Y que derrumbe, indiferente, primaveras!
Dame el castigo de una noche de aguaceros
Y unas ventanas desafiando el aire frío
Para arriesgarle la ilusión a otra quimera
Sin el influjo de lo atado… y lo perdido
Dame esa mano, que arremeta contra todo
Lo que le huela a castidad y a cama limpia
Un contrabando de quietud y de sabores
Que me sorprenda a cada vuelco de la vida
Dame un océano de cruces y miserias
Donde aliviarme de un recuerdo desmedido
Un horizonte de mentiras y cadenas
Por cada gesto que reniegue de mí mismo
Dame el azar para que invada los dominios
De un corazón ya corrompido y polvoriento
¿por qué le sobran al amor y a los caminos
Los corazones corrompidos y polvorientos?
Y dame, al fin, la sombra triste que en lo obscuro
Sin más piedad deja la luz, sin voz ni vuelo
¿por qué le estorban claridades y ternuras
A un torpe tipo avasallado por los sueños?
A un torpe tipo avasallado… por los sueños

Tradução da letra

Dá me o outono se eu desligar a chama urgente
De um sonho amarrado ao cinto de carícia
E a ansiedade que penitência, eternamente
Se é que o desejo me roubou a maravilha
Dê-me a pressa de um esquecimento ou saudade
Se não houve beijo que vencesse o azaroso
A maldição de um golpe baixo no gemido
O soluço de quanta estrela pega o olho
Dá-me a lua para par dos suspiros
Que não conseguiram transcender a ventolera
Um sorriso que devora a nostalgia
E que derrube, indiferente, primaveras!
Dá me o castigo de uma noite de chuvas
E algumas janelas desafiando o ar frio
Para arriscar a ilusão de outra quimera
Sem a influência do amarrado y e do perdido
Dá-me essa mão, que arregaça contra tudo
O que cheira a castidade e a cama limpa
Um contrabando de quietude e de sabores
Que me surpreenda a cada reviravolta da vida
Dá me um oceano de cruzes e misérias
Onde me aliviar de uma lembrança desmedida
Um horizonte de mentiras e correntes
Por cada gesto que renegue de mim mesmo
Dá-me o acaso para que invada os domínios
De um coração já corrompido e empoeirado
por que sobram o amor e os caminhos
Corações corrompidos e empoeirados?
E dá-me, finalmente, a sombra triste que no escuro
Sem mais piedade deixa a luz, sem voz nem vôo
por que estão a atrapalhar claridades e ternuras
Um tipo desajeitado de sonhos?
Um tipo desastrado AV pelos sonhos