Amaury Perez — Carta de Presentación letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Carta de Presentación" de Amaury Perez.

Letra

Tengo una casa tranquila
Al centro, en la capital
Situada en un buen lugar
Lejos del mar y su orilla
Vengo de buena familia
De artistas y jornaleros
Y tengo además el pelo
Como azabache encendido
Tengo, si acaso, un camino
Una voz y un buen empleo…
Tengo, como el que bien manda
Amor limpio y a su tiempo:
Cuando uno va muriendo
Otro ya mi sueño ataca
Cerca, una voz me arrebata
Frágil, una bailarina
Que se acomoda a mi vida
Como canario a su jaula
Y que a mi rosal no arranca
La flor con su maravilla…
Aficionado a la vida
Y educado a mi manera
Me paseo entre las penas
Lo mismo que en la alegría
Tengo además, cada día
La ropa limpia y cercana
Tengo, a mi pesar
Hermanas que se están enamorando
Y que ya se están casando
Llenando de hombres la casa…
Aunque no soy del alcohol
Un esclavo si he bebido
Y en sus brazos he caído
¡ay!, ya más de una ocasión
No descuido mi expresión
Pues no soy bien parecido
Y lo que me he merecido
Lo he tenido sin desplantes
Por eso, pal' que me aguante:
Mi amistad y agradecido…
Por eso, pal' que me aguante:
Amaury, mucho gusto… y agradecido

Tradução da letra

Tenho uma casa tranquila
Para o centro, na capital
Localizado em um bom lugar
Longe do mar e sua costa
Venho de uma boa família
De artistas e jornaleiros
E também tenho o cabelo
Como o azeviche sobre
Eu tenho, se alguma coisa, um caminho
Uma voz e um bom emprego…
Tenho, como quem manda bem
Amor limpo e a seu tempo:
Quando se vai morrer
Outro já meu sonho ataca
Perto, uma voz me arrebata
Frágil, uma bailarina
Que se acomode a minha vida
Como um canário para sua gaiola
E que a minha roseira não arranca
A flor com sua maravilha…
Amador da vida
E educado à minha maneira
Eu ando entre as tristezas
O mesmo que na alegria
Eu tenho além disso, todos os dias
A roupa limpa e próxima
Tenho, a meu pesar
Irmãs que se apaixonam
E eles já estão se casando
Enchendo a casa de homens…
Mas não sou do álcool
Um escravo se eu bebi
E em seus braços eu caí
ai!, já mais de uma ocasião
Não descuido a minha expressão
Pois não sou bem parecido
E o que eu mereci
Eu tive sem queda
Por isso, pal ' que me aguente:
Minha amizade e grato…
Por isso, pal ' que me aguente:
Amaury, muito prazer agradecido e grato