Amanda Ghost — Every Grain Of Sand letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Every Grain Of Sand" de Amanda Ghost.

Letra

In the time of my confession, in the hour of my deepest need
When the pool of tears beneath my feet flood every newborn seed
There’s a dyin' voice within me reaching out somewhere,
Toiling in the danger and in the morals of despair.
Don’t have the inclination to look back on any mistake,
Like Cain, I now behold this chain of events that I must break.
In the fury of the moment I can see the Master’s hand
In every leaf that trembles, in every grain of sand.
Oh, the flowers of indulgence and the weeds of yesteryear,
Like criminals, they have choked the breath of conscience and good cheer.
The sun beat down upon the steps of time to light the way
To ease the pain of idleness and the memory of decay.
I gaze into the doorway of temptation’s angry flame
And every time I pass that way I always hear my name.
Then onward in my journey I come to understand
That every hair is numbered like every grain of sand.
I have gone from rags to riches in the sorrow of the night
In the violence of a summer’s dream, in the chill of a wintry light,
In the bitter dance of loneliness fading into space,
In the broken mirror of innocence on each forgotten face.
I hear the ancient footsteps like the motion of the sea
Sometimes I turn, there’s someone there, other times it’s only me.
I am hanging in the balance of the reality of man
Like every sparrow falling, like every grain of sand.

Tradução da letra

No momento da minha confissão, na hora da minha mais profunda necessidade
Quando a piscina de lágrimas sob os meus pés inundar cada semente recém-nascida
Há uma voz moribunda dentro de mim a tentar chegar a algum lado.,
Labuta no perigo e na moral do desespero.
Não tenha a inclinação para olhar para trás em qualquer erro,
Como Caim, agora vejo esta cadeia de acontecimentos que tenho de quebrar.
Na fúria do momento posso ver a mão do Mestre
Em cada folha que treme, em cada grão de areia.
Oh, as flores da indulgência e as ervas daninhas do passado,
Tal como os criminosos, sufocaram o fôlego da consciência e do bom ânimo.
O sol bate nos degraus do tempo para iluminar o caminho
Para aliviar a dor da ociosidade e a memória da decadência.
Olho para a porta da chama furiosa da tentação
E sempre que passo por ali ouço sempre o meu nome.
Então em frente na minha viagem eu vim a entender
Que cada cabelo está numerado como cada grão de areia.
Passei de trapos a riquezas na tristeza da noite
Na violência de um sonho de verão, no frio de uma luz ventosa,
Na amarga dança da solidão desvanecendo-se no espaço,
No espelho partido da inocência em cada rosto esquecido.
Ouço os passos antigos como o movimento do mar
Às vezes viro-me, há alguém lá, outras vezes sou só eu.
Estou pendurado no equilíbrio da realidade do homem
Como cada pardal a cair, como cada grão de areia.