Alonso Del Rio — Raices y Alas letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Raices y Alas" de Alonso Del Rio.

Letra

Vuelo una barca celeste
Con mucho lugar
Para que entre quienquiera
Remar y cantar
Tus alas son de fuego aquí
Y en alta mar
El rezo que me lleva al fin
Es tu sonrisa de paz
Cuando el abismo se abre
Y me quiere tragar
Cierro los ojos sonrío
Y me pongo a cantar
Ni la fábula real
Ni el infinito celestial
Es capaz de imaginar
Que el gran abismo me ayuda a cantar
Toco las puertas del cielo
Y me pongo a esperar
(Pero no hay nadie)
Los ángeles viven en la tierra
Sembrando un trigal
No necesitan pretróleo
Para poder sonreír
No necesitan del odio
Para sentirse feliz
Un solo viaje no alcanza
Para levantar
Los miles de años de rezos
Que trae este altar
Mi abuelo me lo dijo así
Busca unidad
Me abuela me lo dijo así
Es la diversidad
Una tormenta te busca
Y encuentra su hogar
Ya no hay más mandos solo un rezo
La medicina despertaron
Donde hubo blanco, hubo negro
Los dos me piden alimento
Ya no quiero yo ese cuento
Quiero enseñarles a cantar
Que yo soy como ese viejo árbol con raíces de serpientes
Y alas de condor
Que yo miro como rezas mientras
Destruyes su hogar
Pasto nuestro va a cambiar
Y más un tiempo en sentir
La misma tierra que dirá
Que es nuestra madre y nuestro hogar
Que yo soy como ese viejo árbol con raíces de serpientes
Y alas de condor
Que yo miro como rezas mientras
Destruyes su hogar
Pasto nuestro va a cambiar
Y más un tiempo en sentir
La misma tierra que dirá
Que es nuestra madre y nuestro hogar

Tradução da letra

Voo um barco celeste
Com muito espaço
Para que entre quem quer que seja
Remar e cantar
As tuas asas são de fogo aqui
E em alto mar
A oração que me leva ao fim
É o teu sorriso de paz
Quando o abismo se abre
E ele quer me engolir
Fecho os olhos sorrio
E começo a cantar
Nem a fábula real
Nem o infinito celestial
É capaz de imaginar
Que o grande abismo me ajuda a cantar
Toco nas portas do céu
E fico à espera
(Mas não há ninguém)
Os anjos vivem na terra
Semeando um trigal
Eles não precisam de pré óleo
Para poder sorrir
Não precisam do ódio
Para se sentir feliz
Uma única viagem não chega
Para levantar
Os milhares de anos de orações
O que traz este altar
O meu avô disse me assim
Procura unidade
A avó disse me assim
É a diversidade
Uma tempestade está à tua procura
E encontra a sua casa
Já não há mais comandos só uma oração
Os medicamentos acordaram
Onde havia branco, havia preto
Ambos me pedem comida
Já não quero essa história
Quero ensiná-los a cantar
Que eu sou como aquela velha árvore com raízes de serpentes
E asas de condor
Que eu olho como rezas enquanto
Destruíste a casa dele
O nosso Pasto vai mudar
E mais um tempo para sentir
A mesma terra que dirá
Que é a nossa mãe e a nossa casa
Que eu sou como aquela velha árvore com raízes de serpentes
E asas de condor
Que eu olho como rezas enquanto
Destruíste a casa dele
O nosso Pasto vai mudar
E mais um tempo para sentir
A mesma terra que dirá
Que é a nossa mãe e a nossa casa