Almafuerte — De La Carne letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "De La Carne" de Almafuerte.

Letra

Digerida, muy pronto ha de ser
La carne de sus cuerpos
Se de ver que van
Con rumbo al matadero
Que no han de volver
A pastorear los suelos
Del llano rural
Dispuso quien sea dueño
Pues decide el rumbo final
Que aguarda el carnicero
Quien sin demorar
Faenará el deshuello
Para complacer
El carnívoro argento
Sin desperdiciar
Las miasmas de su infierno
Embutidos, que
Los paladares estan demandando
Como quien tiene
Demanda protección
Con los mios voy
Transportado entre fierros
De rodado audaz
Lejos del entrevero
Documentación que en digital intento
Fichas saltarán. Para que aguante el diestro
Sin miedo a perder
Sin esperar recompensa
Por darse
Guiño de mas
Que despierta al despierto
Rebasando estoy
El vacío bostero, de quien va por mas
Lejos del entrevero
Dieciocho son las del cerealero
Que quedan atrás
Mientras yo voy mi suelo
Embutidos
Los paladares están demandando
Como quien tiene
Demanda protección

Tradução da letra

Digerida, muito em breve deve ser
A carne de seus corpos
Sei o que vão fazer
A caminho do matadouro
Que não têm de voltar
A pastorear os solos
Da planície rural
Ele arranjou quem fosse dono
Então decide o rumo final
Que espera o carniceiro
Quem sem demora
Ele vai fazer a limpeza
Para agradar
O carnívoro argento
Sem desperdício
Os miasmas do seu Inferno
Enchidos, que
Os paladares estão a processar
Como quem tem
Demanda proteção
Com os meus vou
Transportado entre fierros
De tiro em negrito
Longe do entrevista
Documentação que na tentativa digital
Fichas vão saltar. Para que o Destro aguente
Sem medo de perder
Sem esperar recompensa
Por se dar
Piscadela de mais
Que acorda o acordado
Estou a ultrapassar
O vazio bocejo, de quem vai por mais
Longe do entrevista
Dezoito são as do cerealeiro
Que ficam para trás
Enquanto eu vou o meu chão
Enchidos
Os paladares estão processando
Como quem tem
Demanda proteção