Alice Dona — J'ai l'air comme ça letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "J'ai l'air comme ça" de Alice Dona.

Letra

Qu’est’c’que tu croyais
Qu’jallais t’faire le grand numéro
Genre un de perdu, dix à la colle
Que j’allais sortir côté jardin sous tes bravos
Comm' dans les ruptures d’la vieille école
Est-c' que tu m’prenais
pour un sourire de papier
Une gravure de calendrier
Est-c' que tu croyais
que derrière la photo couleur
y’avait pas un coeur?
J’ai l’air comm'ça
Costaud et tout
Genre qui pleure pas
Genre qui s’en fout
Le masque dans le marbre
J’ai l’air comm'ça
D’un ouragan
D’un Attila
Mais j’tiens tell’ment
Plus du roseau que d’l’arbre
Je suis vulnérable
Un' statue de sable
Au vent
Je m’croyais blindée
Bien à l’abri dans mon orgueil
Trois nuits de cafard et tout s’efface
J’avais seul’ment oublié
Qu’on est d’autant plus seul
Qu’elle est plus épaisse la cuirasse
Comme une obsédée
je m’accroche à ton sourire
Sur l'écran géant du souvenir
Et je traîne ma carcasse au milieu de ma vie
Vingt-quatre heures par nuit
J’ai l’air comm'ça
Costaud et tout
Genre qui pleure pas
Genre qui s’en fout
Comme de sa première claque
J’ai l’air comme ça
D'être en béton
Du haut en bas
Aux fondations
Mais mon ciel se détraque
Et la maison craque
Et j’ai plus l’air
De rien du tout
Je m’fous en l’air
La terre s’en fout
Je m’fous de tout' la terre
A part d’un seul
Un pas comme moi
Qu’a pas la gueule
Pas l’air comme ça
Mais qui m’a prise minable
Je suis incapable
De m’déraciner de toi
Je vis dans ton ombre
Je suis comme tout l’monde
Même … si j’ai l’air … comme ça !

Tradução da letra

O que achaste?
O que é que eu te fiz?
Perdi um, dez para colar.
Que eu ia para o jardim debaixo dos teus bravos
Comm ' in the old school breakups
Levaste-me?
por um sorriso de papel
Uma gravura de calendário
Acreditaste
que por trás da foto colorida
não havia um coração?
Eu sou assim.
Beefy e tudo
Do tipo que não chora
Do tipo que se importa
A máscara em mármore
Eu sou assim.
De um furacão
De Átila
Mas continuo a dizer
Mais da cana do que da árvore
Estou vulnerável.
Uma estátua de areia
Ao vento
Pensei que era blindado.
Bem abrigado no meu orgulho
Três noites de barata e tudo desaparece
Esqueci-me.
Que estamos ainda mais sós
Que é mais espessa a couraça
Como uma obcecada
Estou a agarrar-me ao teu sorriso
Na tela de memória gigante
E arrastei a minha carcaça para o meio da minha vida
24 horas por noite
Eu sou assim.
Beefy e tudo
Do tipo que não chora
Do tipo que se importa
Como a sua primeira bofetada
Eu sou assim.
Ser Concreto
De cima a baixo
Para as fundações
Mas o meu céu está a ficar louco
E a casa parte
E já não olho
Nada mesmo.
Estou-me nas tintas.
A terra não se importa
Não quero saber de toda a terra.
Excepto um.
Um passo como eu
O que se passa?
Não fiques assim.
Mas que me levou mal
Sou incapaz.
Para me arrancar de TI
Eu vivo na tua sombra
Sou como toda a gente.
Mesmo ... se eu olhar ... assim !