Algos — The Withered King letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "The Withered King" de Algos.

Letra

I’ve lost my wings to guide me To where my arrows fall,
My memories a token, of where she lay down broken
A toast for the fallen on loneliest nights.
By those who have not felt the blade.
Come forth, dearest reaper and come take my life.
Your presence here caused no dismay
And kings fell to glory, but others will rise
The end of a story, Like others before me Once soared like an eagle, a god of the skies
No longer felt burdened by mere mortal ties
The rain and the lightning now covered my eyes.
Robbed from my freedom, by gods that arise
A slave to my anger, shackled by its chains
The longing for vengeance still burns in my veins
The night will stain red, in a spectacle of blood
Tonight, i will open the skies and dismember your gods
Don’t let me return to the hell where i’m from.
Speak your litanies no more
I’ll drown the heavens in rivers of tears
For your betrayal
I’ve lived by the sword i won’t die for your words
May my arrows find a way to your heart and lift this curse, once and for all
I hold no fear for this life, through many tired days, I’ve seen the end of this fight
No glory left for me, I’ve sinned too many times, to be expected to rise
Your soul is as black as the words that you form,
A dark shapeless mess, forcing me no more
And light nor dark can now break me down
A withered king, broken. No justice nor crowns

Tradução da letra

Perdi as minhas asas para me guiar até onde caem as minhas flechas,
As minhas memórias são um símbolo de onde ela se deitou quebrada
Um brinde aos caídos nas noites mais solitárias.
Por aqueles que não sentiram a lâmina.
Aparece, querido ceifador e vem tirar-me a vida.
A sua presença aqui não causou consternação.
E os reis caíram em glória, mas outros erguer-se-ão.
O fim de uma história, como os outros antes de mim uma vez soou como uma águia, um deus dos céus
Já não me sentia sobrecarregado por meros laços mortais.
A chuva e o relâmpago cobriram-me os olhos.
Roubado da minha liberdade, por deuses que surgem
Um escravo da minha raiva, acorrentado pelas suas correntes
O desejo de vingança ainda arde nas minhas veias.
A noite ficará vermelha, num espectáculo de sangue
Esta noite, abrirei os céus e desmembrarei os vossos deuses.
Não me deixes voltar para o inferno de onde venho.
Não fales mais das tuas litanies.
Afogarei os céus em rios de lágrimas
Pela tua traição
Vivi pela espada. não morrerei pelas tuas palavras.
Que as minhas flechas encontrem um caminho para o teu coração e levantem esta maldição, de uma vez por todas.
Não tenho medo desta vida, durante muitos dias cansados, vi o fim desta luta.
Não me resta glória, pequei demasiadas vezes, para se esperar que se levante.
A tua alma é tão negra como as palavras que formas.,
Uma bagunça sem forma escura, forçando-me a não mais
E a luz e a escuridão podem agora derrubar-me
Um rei definhado, quebrado. Sem justiça nem coroas