Alfredo Zitarrosa — De Corrales A Tranqueras letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "De Corrales A Tranqueras" de Alfredo Zitarrosa.

Letra

De Corrales a Tranqueras
Cuántas leguas quedarán
Dicen que son once leguas
Nunca las pude contar
Las hice con agua y viento
Escarcha de luna y sol
Pero entonces no contaba
Porque iba rumbo al amor
Entonces todo era canto:*
Agua, tierra, viento y sol;
Entonces todo cantaba,**
Porque iba cantando yo
Mi flete era parejero
Mis años, de domador
Y los caminos cortitos
Pa l trote del corazón
Caminos de mi recuerdo
Tierra roja y pedregal
Bordea o de cerros parejos
Que se empinan al pasar
Vigilante, miriñaque
Cerros de mi soledad
Repecha o por mis cantares
Sombras de toro y chilcal
Hoy, que me duele la vida
Cansa o de tanto changar
Balda o por los redomones
Ya no las puedo contar
Y quebra o por una pena
Pregunto a mi soledad:***
De Corrales a Tranqueras
¿cuántas leguas quedarán?

Tradução da letra

De canetas para Tranqueras
Quantas léguas restarão
Dizem que são onze léguas
Nunca pude contar
Fiz com água e vento
Geada da lua e do sol
Mas, então, não contava
Porque ia para o amor
Então tudo era canto:*
Água, terra, vento e sol;
Então tudo cantava,**
Porque eu estava a cantar
Meu frete era um casal
Os meus anos de domador
E os caminhos curtos
Pa l Jogging do coração
Caminhos da minha lembrança
Terra vermelha e pedregal
Limite ou de morros pares
Que se empinam ao passar
Vigilante, miriñaque
Morros da minha solidão
Repeita ou pelos meus cânticos
Sombras de Touro e chilcal
Hoje, dói-me a vida
Cansa ou de tanto changar
Balda ou pelos redomones
Já não as posso contar
E quebra ou por uma pena
Pergunto à minha solidão:***
De canetas para Tranqueras
quantas léguas restarão?