Alessandro Fiorello — Ma come faccio letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Ma come faccio" de Alessandro Fiorello.
Letra
Avrei sperato per me un futuro migliore,
avrei cantato per te mille e mille canzoni,
avrei scritto per te chissà quante poesie,
te crerevo ca tu… eri n’ata tu.
Ora sono sul letto penso ad un’altro dispetto,
l’avrò fatto soltanto picchi non sò cagnato,
e mi mordo le dita e mi tengo il mio pianto,
questa volta lo giuro,
non l’amo più…
Ma comme faccio a non amarla come ho sempre fatto,
di lei non c'è l’amore chissu è o vero,
per lei non so chiu niente e chissu u sacciu,
ma comme faccio a non sentirmi dire «stai tranqiullo»,
«non piangere ti prego, il mondo è nostro»,
un’altra sua bugia… ora basta.
Ma comme faccio, io non o sacciu,
si rinde e braccia, mi manche tu!
Bimba stupida tu, mè bruciato e poesie, ora amore di già un’altra bugia…
tè saputo inventare… per avermi un pò accanto,
ora senza parlare, pagherò il conto!
Ma comme faccio, a non amarla come ho sempre fatto,
di lei non c'è l’amore chissu è o vero,
per lei non sò chiu niente, e chissu u sacciu.
Ma comme faccio a non sentirmi dire «stai tranquillo»,
«dai! non piangere ti prego, il mondo è nostro»,
un’altra sua bugia… ora basta!
Ma comme faccio, io non o sacciu, si rinde e braccie, mi manche tu…
(Grazie a Valeria per questo testo)
Tradução da letra
Eu teria esperado por um futuro melhor para mim,
Eu cantaria para ti mil e mil canções,
Eu teria escrito para ti sabe-se lá quantos poemas,
Pensei em ti ... tu eras n'ataou.
Agora estou na cama e penso em outro rancor,
Só o terei feito com espinhos. não estou exausto.,
e eu mordo os meus dedos e seguro o meu choro,
desta vez eu juro,
Já não a amo.…
Mas como eu não a amo Como sempre amei,
dela não há amor, chissu é ou é verdade.,
para ela eu não sei nada chiu e chissu U sacciu,
mas como eu não me ouço dizer " Sta tranqiullo»,
"Não chores por favor, o mundo é nosso»,
mais uma das suas mentiras ... já chega.
Mas como eu faço, eu não O sacciu,
ele desiste e braços, sinto a tua falta!
Rapariga estúpida tu, eu queimado e poemas, agora ama já outra mentira…
Eu sabia inventar chá ... ter um pouco ao meu lado,
agora, sem falar, eu pago a conta!
Mas como eu amo, não amá-la como sempre amei.,
dela não há amor, chissu é ou é verdade.,
Não sei o que fazer com ela, e não sei o que fazer com ela.
Mas como eu não me ouço dizer " fique descansado»,
"vamos! Não chores por favor, o mundo é nosso»,
mais uma das suas mentiras ... já chega!
Mas como eu faço, eu não o sacciu, tu rendes-te e armas, eu sinto a tua falta…
(Agradecimentos a Valeria por este texto)