Alejandro Sanz — Todo es de color letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Todo es de color" de Alejandro Sanz.

Letra

Todo el mundo cuenta sus penas
Pidiendo la comprension
Quien cuenta sus alegrias
No comprende al que sufrio
Senor de los espacios infinitos
Tu que tienes la paz entre las manos
Derramala Senor te lo suplico
Y ensenales a amar a mis hermanos
De lo que pasa en el mundo
Por Dios que no entiendo nada
El cardo siempre gritando
Y la flor siempre calla
Que grite la flor
y que se calle el cardo
Y todo aquel que sea mi enemigo
Que sea mi hermano
Vayamos por esa senda
A ver que luz encontramos
Esa luz que esta en la tierra
Y que los hombres apagamos
Senor de los espacios infinitos
Tu que tienes la paz entre las manos
Derramala Senor te lo suplico
Y ensenales a amar a mis hermanos
Y ensenales lo bello de la vida
Y a ser consuelo en todas las heridas
Y amar con blanco amor toda la tierra
Y buscar siempre la paz Senor
Y odiar la guerra
Y en aquel jardin han entrao
Cuatro hombres a porfia
Y sin compasion se han llevao
La rosa que yo queria
Y luego la han despreciao
Y quien me puede demostrar
Que Cristo no fue Gitano
Ni que sabia cantar
Las flores de tu balcon
Lloran por verte
Que lo se yo

Tradução da letra

Toda a gente conta as suas tristezas
Pedindo a compreensão
Quem conta suas alegrias
Não compreende quem sofreu
Senhor dos espaços infinitos
Tu que tens a paz entre as mãos
Derramá la Senhor imploro te
E ensenais a amar meus irmãos
Do que se passa no mundo
Meu Deus não entendo nada
O cardo sempre gritando
E a flor está sempre calada
Que grite a flor
e que se cale o cardo
E todo aquele que for meu inimigo
Que seja meu irmão
Vamos por esse caminho
Vamos ver que luz encontramos
Aquela luz que está na terra
E que os homens desligaram
Senhor dos espaços infinitos
Tu que tens a paz entre as mãos
Derramá la Senhor imploro te
E ensenais a amar meus irmãos
E ensenais a beleza da vida
E para ser consolo em todas as feridas
E amar com branco amor toda a terra
E procurar sempre a paz Senhor
E odiar a guerra
E naquele jardim entraram
Quatro homens para porfia
E sem compaixão eles levaram
A rosa que eu queria
E depois desprezaram na
E quem me pode provar
Que Cristo não era Cigano
Nem sabia cantar
As flores da sua varanda
Choram por te ver
Que eu sei