Alchemist — Grief Barrier letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Grief Barrier" de Alchemist.
Letra
Tear me apart.
Underwater brilliance super sensory.
Suddenly gone.
My destruction the consequence of lost clarity.
You wonder why.
You use me as sanctuary.
Blaming nature.
Tourist dollar fades away from your economy.
Praising my beauty.
Tear me apart.
Untouched, unspoiled.
Dominant force.
Taken for granted.
Suddenly gone.
Hole in your world.
And you can tell where I once was.
I’m never coming back into this sick world of apathy.
Although it’s never caught, the great reef will never be free.
Only living thing visible from space.
Grief barrier.
To let it fade away, a heritage disgrace.
Praising my beauty.
Tear me apart.
Untouched, unspoiled.
Dominant force.
Alive so long.
Taken for granted, no destroyed.
Suddenly gone.
And now you see.
Hole in your world.
And you can tell where I once was.
I’m never coming back into this sick world of apathy.
Although it’s never caught, the great reef will never be free.
Vibrant colours turn grey, beauty fading away.
I’m never coming back.
Crystal waters turn black.
How could something so still be something so alive?
Exploit, export and destroy.
Unnatural claiming of rights.
My destruction the consequence of lost clarity.
Grief barrier.
Tradução da letra
Dá cabo de mim.
Brilhantismo subaquático super sensorial.
De repente desapareceu.
A minha destruição, consequência da clareza perdida.
Perguntas-te porquê.
Usas-me como Santuário.
Culpar a natureza.
O dólar turístico desaparece da sua economia.
Louvando a minha beleza.
Dá cabo de mim.
Intocada, intocada.
Força dominante.
É um dado adquirido.
De repente desapareceu.
Buraco no teu mundo.
E podes dizer - me onde estive.
Nunca mais volto a este mundo doentio de apatia.
Embora nunca tenha sido apanhado, o Grande Recife nunca será livre.
A única coisa viva visível do espaço.
Barreira de dor.
Deixá-lo desaparecer, uma desgraça da herança.
Louvando a minha beleza.
Dá cabo de mim.
Intocada, intocada.
Força dominante.
Vivo há tanto tempo.
Tomado como garantido, não destruído.
De repente desapareceu.
E agora vês.
Buraco no teu mundo.
E podes dizer - me onde estive.
Nunca mais volto a este mundo doentio de apatia.
Embora nunca tenha sido apanhado, o Grande Recife nunca será livre.
Cores vibrantes tornam-se cinzentas, a beleza desvanece-se.
Nunca mais volto.
Águas cristalinas ficam Negras.
Como é que uma coisa ainda pode ser tão viva?
Explorar, exportar e destruir.
Reivindicação não natural de direitos.
A minha destruição, consequência da clareza perdida.
Barreira de dor.