Albertucho — Mi conciencia letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Mi conciencia" de Albertucho.

Letra

Pienso,
mi causa es bastarda,
siempre que atento las ganas de dar bofetadas.
Sucia,
coraza de nada,
juzgando a mis pensamientos se nutre y me mata.
Es mi conciencia un licor,
a veces es matarratas,
quien me ayude a soportarla,
espero, no esté contaminada.
Noto al calor del cabreo
que se disfraza de mala,
tiene los senos de escarcha
y a mi me nubla y empaña.
Es mi conciencia un licor,
a veces es matarratas,
quien me ayude a soportarla,
espero, no esté contaminada.
El fiel perdona al ladrón
que le engañó a la mañana,
diciendo que no había luz,
que la noche no se acaba.
No quiere amor de cartón
que se deshace en el agua,
no aspira a juegos de barra
para poder conquistarla.
Es mi conciencia un licor,
a veces es matarratas,
quien me ayude a soportarla,
espero, no esté contaminada.

Tradução da letra

Penso,
a minha causa é bastarda,
sempre que atento a vontade de dar tapa.
Suja,
couraça de nada,
julgando meus pensamentos nutre e me mata.
É a minha consciência um licor,
às vezes é matarratas,
quem me ajudar a suportá la,
espero que não esteja contaminada.
Eu Noto o calor do cabreo
que se disfarça de má,
tem os seios de gelo
e a mim enevoa-me e enevoa-me.
É a minha consciência um licor,
às vezes é matarratas,
quem me ajudar a suportá la,
espero que não esteja contaminada.
O fiel perdoa o ladrão
que o enganou de manhã,
dizendo que não havia luz,
que a noite não acabou.
Não quer amor de papelão
que se desfaz na água,
não aspira a jogos de barra
para poder conquistá-la.
É a minha consciência um licor,
às vezes é matarratas,
quem me ajudar a suportá la,
espero que não esteja contaminada.