Albertucho — Después letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Después" de Albertucho.

Letra

Después de habitar la desidia
Que no se remonta más
Que a mi falta de pensar
Después de arañar la postilla
Haciendo discurso
De sinceridad
Después de volver a las notas de siempre
Diciendo «¿pa' qué rebuscar?»
Después de vovler a mi nicho
Que no es más que un bicho
Que pica y se va
Después de adorar
A los Dioses
De conversación, peta
Y barra de bar
Rozando el olvido
Sangrando en el nido
¿pa' cuándo el echar a volar?
Después, vuelvo a parir
En un papel
Dulce resaca, quédate
En la cuneta de mi piel
Si tu nostalgia me hace bien
Yo día tras día emborracharé
Colores del atardecer
Pues sólo vivo pa' beberme
De los vientos, el placer
Después del agobio ficticio
Que suda de vicio
Y que tira pa’atrás
Después me levanto tranquilo
Con el soniquete de mi libertad
Después de disputas corrientes
Que ensucia el ambiente
Del buen respirar
Después de anotarme la jefa
Que llevo ya más de diez días sin jincar
Después, vuelvo a parir
En un papel
Dulce resaca, quédate
En la cuneta de mi piel
Si tu nostalgia me hace bien
Yo día tras día emborracharé
Colores del atardecer
Pues sólo vivo pa' beberme
De los vientos, el placer

Tradução da letra

Depois de habitar a preguiça
Que não volta mais
Que a minha falta de pensar
Depois de arranhar a postilha
Fazendo discurso
De sinceridade
Depois de voltar para as notas de sempre
Dizendo " pa ' o que vasculhar?»
Depois de vovler para o meu nicho
Que não passa de um insecto
Que coça e se vai
Depois de adorar
Aos deuses
Conversa, peta
E bar de bar
Roçando o esquecimento
Sangrando no ninho
quando é que ele vai voar?
Depois, volto a dar à luz
Em um papel
Doce ressaca, fica
Na sarjeta da minha pele
Se a tua nostalgia me faz bem
Eu dia após dia embebedarei
Cores do pôr-do-sol
Bem, eu só vivo para beber
Dos ventos, o prazer
Depois do empecilho fictício
Que suda de vício
E que puxa para trás
Depois acordo em paz
Com o soniquete da minha liberdade
Após disputas correntes
Que suja o ambiente
Do bom respirar
Depois de me escrever a chefe
Que já não tenho jincar há mais de dez dias
Depois, volto a dar à luz
Em um papel
Doce ressaca, fica
Na sarjeta da minha pele
Se a tua nostalgia me faz bem
Eu dia após dia embebedarei
Cores do pôr-do-sol
Bem, eu só vivo para beber
Dos ventos, o prazer