Alberto Pérez — Un Santo Varón letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Un Santo Varón" de Alberto Pérez.

Letra

Comprendiendo mis padres que yo era
Desde niño un arcángel tutelar
Quisieron que estudiase la carrera
Y fuera sacerdote y no seglar
Pues el hombre sujeto a tentaciones
Que impone con su encanto la mujer
Si se deja tentar hay ocasiones
En que a pesar de todo hay que ceder
Ya San Froilán lo dijo en su versículo tercero
Refiriéndose al pudor
Que la pasión es para el hombre un vínculo
Que muchas veces es conservador
De gérmenes insanos y alarmantes
Que acaban poco a poco por minar
La salud y otras cosas importantes
Y necesariamente hay que cortar
Por eso yo, obediente, sumiso
Abrazo la palma
Y quiero ser padre de almas
Huir de mundanos livianos placeres
Que quiero ser padre… ¡pero sin mujeres!
Desde niño sentía los clamores
De todo lo divino y lo infinito
Y me daban espasmos y sudores
Si alguno me nombraba «la chelito»
Y si al ir por la calle de paseo
Fija en suelo con pudor la vista
Apreciaba el marcado contoneo
De aquellas geometrías sin aristas
Y apretando las manos fuertemente
Y sintiéndome mi mismo menos cabo
Me parecía ver palpablemente
A Satanás pegarme con el rabo
Más comprendiendo al fin que es completa
La vida de éxtasis tan plácida y sencilla
Me decidí a cortarme la coleta
Y hacerme la tonsura coronilla
Por eso yo, obediente, sumiso
Abrazo la palma
Y quiero ser padre de almas
Huir de mundanos livianos placeres
Que quiero ser padre… ¡pero sin mujeres!

Tradução da letra

Entendendo meus pais que eu era
Desde criança um arcanjo tutelar
Queriam que eu estudasse a corrida
E fora sacerdote e não seglar
Pois o homem sujeito a tentações
Que impõe com seu encanto a mulher
Se for tentado há ocasiões
Em que, apesar de tudo, há que ceder
Já são Froilão o disse em seu versículo terceiro
Referindo-se ao pudor
Que a paixão é para o homem um vínculo
Que muitas vezes é conservador
De germes insanos e alarmantes
Que acabam pouco a pouco por minar
Saúde e outras coisas importantes
E necessariamente tem que cortar
Por isso eu, obediente, submisso
Abraço a palma da mão
E quero ser pai de almas
Fugir de mundanos leves prazeres
Que quero ser pai sin mas sem Mulheres!
Desde criança sentia os clamores
De tudo o divino e o infinito
E me davam espasmos e suores
Se alguém me nomeasse " la chelito»
E se ao ir pela rua de passeio
Fixa em solo com pudor a vista
Apreciava a marcação contoneo
Das geometrias sem arestas
E apertando as mãos fortemente
E sentindo me eu mesmo menos cabo
Parecia me ver palpavelmente
A Satanás bater me com o rabo
Mais entendendo finalmente que é completa
A vida de êxtase tão plácida e simples
Decidi cortar o rabo de cavalo
E fazer-me a tonsura coroada
Por isso eu, obediente, submisso
Abraço a palma da mão
E quero ser pai de almas
Fugir de mundanos leves prazeres
Que quero ser pai sin mas sem Mulheres!